Nos anos 50, aquela cidade brilhava como um paraíso de diversão e sensualidade, em meio aos cassinos e bares noturnos. As mesmo tem, a revolução de Fidel ganhava vulto e ameaçava a todos que estivessem na ilha. Sob a luz deste cenário, Sydney Pollack (Oscar por "Entre Dois Amores") dirigiu Havana, uma super produção que fala do amor e dos ideais de duas pessoas muito diferentes. Robert Redford é Jack, um inveterado jogador que volta à cidade durante o reveillon de 58, para tentar a maior cartada de sua vida. Lena Olin é Roberta, uma estrangeira casada com o líder revolucionário Arthuro Duran ( Raul Julia). Jack se apaixona pela beleza e determinação daquela mulher e, quando seu marido é levado pela polícia, se vê envolvido no jogo mais perigoso de sua vida. Para salvar Roberta, Jack terá que deixar seus planos de lado. E, se preciso, apostar sua própria vida.
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Pensei que fosse gostar mais.
Robert Redford, que ator sublime
Tem bons atores nesse filme!
e a maravilhosa liberdade capitalista, para infelismente o azar do REDUTO PULGUEIRO INUTIL oriundo a america central CUBA, de ameaçada ao momento e por consequencia sucumbida ao escravismo do comunismo, onde por obstante da iniciativa economica, comportamental, mas sobretudo da igualdade lacivica basica outrora seria suprimida,e no qual observamos desde 1959 no que tornou se tal LIXO SOCIALISTA DESCARTAVEL abaixo ate os dias de hoje, bem como DANEM SE opiniões divergentes, tal " importancia", em especial a de ALIENADOS MORTADELAS,, ou seja um " deposito humano " de favelados desesperados,cujo caso a ideologia o qual conduz a politica de sua nação funcionasse,ninguem pasmem se arriscaria a inclusive tornar se comida de tubarões na bacia hidrografica de miami, desde que isto os tire do PARDIEIRO MINUSCULO NOJENTO o qual fogem, se e´que porventura ou nao me entendem, pois conforme aferirão na testemunha ocular ROBERT REDFORD do "céu" ocidental vizinho do paraiso ou sonho americano, para depois do flerte permanente contemporaneo ao LIXO geografico do mesmo continente oriundo que NINGUEM SE IMPORTA caso o fosse extinto ha exatos 34 anos, como um dia proferiu um presidente estadunidense diga se passagem, e ate certo ponto detalhe neste APENAS RAZOAVEL longa metragem bem ? o " capitalismo " ate nem sempre traduze se o regime politico " dos sonhos ", no entanto ainda assim o UNICO MELHOR entre todos os demais a contento, e fim de papo." Havanisticamente " TRES ESTRELAS.
e o pequeno pedaço de terra em meio ao mar do caribe, cujo alem das mulheres bonitas, locais paradisiacos, e claro da influencia americana junto aos anos 50, cujo assim se daria uma das maiores revoluções historicas em relação a propagação de estilos politicos ideologicos, resumindo que da antes pauperrima HAVANA tanto no passado quando fulgencio batista enriquecia em contraste a seus compatriotas famelicos, como nos dias de hoje cujo o lixo de seu socialismo falido afunda junto com seu pais, mas que para os herdeiros do trono dos irmãos castro, somente um cego a ponto de não enxergar o lixo politico que construiram ao pegar se em armas em 1959, resumindo prezado diretor sidney polack, nao adiantou em nada ao menos para que dispoe de um cerebro em pleno funcionamento, da sua tentativa de quase idealizar a capital de cuba como um quase paraiso antes de a casa cair, e muito menos o é hoje, resumindo da terra dos charutos ? do maximo que se aproveita, tratam se de seus supostos medicos, e olha lá, ja que em decadas de existencia, ainda não compreeendo o pq de alguem cujo realizou o juramento de hipocrates, fugir do revalida ja que mais do que juramento, nao deveria ter medo de demonstrar o seu conhecimento para quaisquer um o qual deseja aferi lo intelecutalmente falando. razoavel " CUBANICAMENTE" nota 8.0
Melhor do que eu esperava, com um roteiro (obviamente 'chupado' de Casablanca) satisfatório, chegando a levar o espectador médio estadunidense a compreender e torcer pela revolução, já que toda interferência negativa no romance do casal central vem sempre por parte da milícia de Fulgêncio Batista. O elenco é competente, mas dirigido sem muita chance de brilhar e acaba sendo apenas ok.
Sydney Pollack, vamos ser sinceros, nunca foi um sujeito realmente talentoso, de filmografia irregular (o melhor é "A Noite dos Desesperados"), normalmente falhando em construir planos mais elaborados ou nos deixar intrigados com o destino dos protagonistas (o romance de Redford e Lena Olin é completamente desinteressante). Um diretor mais atrevido certamente tiraria, por exemplo, um proveito estético ainda mais impactante da Havana belamente recriada pela equipe do filme na República Dominicana, já que a própria capital cubana estava inviável para filmagens nas locações reais. Ainda assim, a recriação da Cuba de 1958 frenética, lasciva e principalmente corrupta é bastante convincente, especialmente na primeira hora de filme.
Após ler tantas críticas, esperava menos do filme. Acabei gostando bastante. Percebe-se uma forte influência de Casablanca, mas o roteiro não fica tão bem amarrado. O contexto histórico é muito interessante!