Depois de lutarem pelo seu amor para vencer o tempo, a distância e um desligamento global que os separava, Joy e Ethan se reencontram no Canadá mas percebem que também mudaram muito, individualmente.
Gostei. Continuo achando fofo como eles se tratam ("Eu não te amo", Joy is here <3). Foi legal acompanhar o crescimento individual e como casal dos dois, além da evolução de seus familiares e amigos (as amigas da Joy são ótimas; ri demais com elas e com o melhor amigo do Ethan).
Neste filme, que é uma continuação, algumas questões não explicadas no primeiro, Hello, Love, Goodbye, são abordadas, permitindo que entendamos melhor os sentimentos de ambos, tanto um pelo outro quanto em relação a novos relacionamentos.
O filme mostra que a vida é feita de escolhas – todos passamos por isso, e cabe a nós decidir. No entanto, ele também nos lembra que cada decisão que tomamos não afeta apenas a nossa própria vida, mas também a de todos ao nosso redor.
Quero começar já deixando claro, que eu não vi o primeiro filme (Hello, Love, Goodbye). Assisti algumas partes em inglês e consegui ter ideia do que acontece, mas não consegui achar o filme inteiro com a legenda em português pra assistir, por isso minha opinião é exclusivamente sobre esse filme, que apesar de ser uma continuação do outro, acho que dá pra assistir separadamente. Hello, Love, Again foi um filme que me fez pensar muito e por isso várias coisas se passaram pela minha cabeça. Me lembrei daquela frase que diz... O pior lugar do mundo é o lugar do outro... Se esse filme fosse uma estória real, não teria como eu saber o que os protagonistas realmente estavam sentindo ou pensando e eu nem me atreveria a opinar, enquanto assistia, o máximo que consegui fazer foi me imaginar no lugar deles e ter a liberdade de formar a uma opinião como se fosse algo que tivesse acontecido comigo.
Primeira coisa que me deixou pensativa, foi sobre manter um relacionamento a distância. Imagina você querer contar com a outra pessoa, querer um simples abraço de consolo e ela não estar ali pra você. Eu imaginei o quão frustrado o Ethan se sentia, mas também me compadeci pela Joy. Ela estava em um país que não era o dela, batalhando por uma vida melhor e ainda tendo que carregar a família nas costas. Quase no fim do filme, a estória tenta passar a mensagem de que Joy só pensava em trabalho e que estava desperdiçando a felicidade dela. Será que se ela nunca tivesse saido de Hong Kong, teria sido feliz? Nesse momento me veio um diálogo que vi faz pouco tempo em um drama coreano que assisti... "Se você vai se arrepender de qualquer maneira, melhor se arrepender de ter feito ao invés de se arrepender de não ter feito. Ambos os caminhos levam ao arrependimento, mas é mais difícil seguir em frente a partir de um caminho que não foi percorrido". Eu super concordo com isso. Se for pra escolher, prefiro me arrepender de algo que fiz tentando acertar, do que me arrepender por sequer ter tentado. A estória quis mostrar a evolução dos protagonistas, eu até entendi isso, mas teve coisas que realmente me fizeram revirar os olhos. A primeira vez que Ethan foi morar com a Joy no Canadá, ficava dando chilique, como se só ele tivesse sofrendo, como se só ele tivesse que pegar no pesado, como se a vida fosse injusta apenas com ele. Ela queria continuar trabalhando no exterior, ele queria voltar pra casa. Quem estava certo, quem estava errado ? Confesso que nessa parte não consegui tomar partido de ninguém, entretanto após o Ethan voltar pra casa, mesmo cercado por amigos, ele continuou cobrando Joy por estar fora. Aconteceram muitas coisas ruins na vida dele, mas a Joy não foi a culpada por isso. Aí, entra aquela questão que costumam dizer, pessoas quando estão com raiva, frustradas ou bêbadas, costumam mostrar sua verdadeira face, então todas as vezes que essas pessoas ficarem com raiva, frustrada e bêbadas, você fica com medo de tudo se repetir. A prova do que estou falando, ficou na cena onde a Joy começou a beber e a surtar, porque o Ethan não tinha chegado em casa e ela sabia que ele estava em companhia de outra mulher. Acho que confiança é como um lindo jarro de porcelana, uma vez que ele se quebra, você pode tentar colar os pedaços, mas as ranhuras estarão pra sempre lá. Tem coisas que dão certo na ficção. A gente já assiste imaginando o melhor cenário possível, mas dessa vez eu não consegui. Até achei que a Joy cedeu rápido demais e eu quis que a aproximação deles fosse melhor trabalhada. Torci pelos protagonistas de forma individual, mas não desejei que eles ficassem juntos. Eu posso estar sendo radical demais, mas não consegui perdoar o Ethan, não como um pretendente para Joy.
Em relação ao filme, acho que ele foi bem gravado, bem editado e muito bem dirigido. Os atores foram ótimos.
Gostei. Continuo achando fofo como eles se tratam ("Eu não te amo", Joy is here <3).
Foi legal acompanhar o crescimento individual e como casal dos dois, além da evolução de seus familiares e amigos (as amigas da Joy são ótimas; ri demais com elas e com o melhor amigo do Ethan).
Neste filme, que é uma continuação, algumas questões não explicadas no primeiro, Hello, Love, Goodbye, são abordadas, permitindo que entendamos melhor os sentimentos de ambos, tanto um pelo outro quanto em relação a novos relacionamentos.
O filme mostra que a vida é feita de escolhas – todos passamos por isso, e cabe a nós decidir. No entanto, ele também nos lembra que cada decisão que tomamos não afeta apenas a nossa própria vida, mas também a de todos ao nosso redor.
01.03.25.
Ethan, eu não perdoei você.
Quero começar já deixando claro, que eu não vi o primeiro filme (Hello, Love, Goodbye). Assisti algumas partes em inglês e consegui ter ideia do que acontece, mas não consegui achar o filme inteiro com a legenda em português pra assistir, por isso minha opinião é exclusivamente sobre esse filme, que apesar de ser uma continuação do outro, acho que dá pra assistir separadamente.
Hello, Love, Again foi um filme que me fez pensar muito e por isso várias coisas se passaram pela minha cabeça. Me lembrei daquela frase que diz... O pior lugar do mundo é o lugar do outro... Se esse filme fosse uma estória real, não teria como eu saber o que os protagonistas realmente estavam sentindo ou pensando e eu nem me atreveria a opinar, enquanto assistia, o máximo que consegui fazer foi me imaginar no lugar deles e ter a liberdade de formar a uma opinião como se fosse algo que tivesse acontecido comigo.
Primeira coisa que me deixou pensativa, foi sobre manter um relacionamento a distância. Imagina você querer contar com a outra pessoa, querer um simples abraço de consolo e ela não estar ali pra você.
Eu imaginei o quão frustrado o Ethan se sentia, mas também me compadeci pela Joy. Ela estava em um país que não era o dela, batalhando por uma vida melhor e ainda tendo que carregar a família nas costas. Quase no fim do filme, a estória tenta passar a mensagem de que Joy só pensava em trabalho e que estava desperdiçando a felicidade dela. Será que se ela nunca tivesse saido de Hong Kong, teria sido feliz? Nesse momento me veio um diálogo que vi faz pouco tempo em um drama coreano que assisti...
"Se você vai se arrepender de qualquer maneira, melhor se arrepender de ter feito ao invés de se arrepender de não ter feito. Ambos os caminhos levam ao arrependimento, mas é mais difícil seguir em frente a partir de um caminho que não foi percorrido". Eu super concordo com isso. Se for pra escolher, prefiro me arrepender de algo que fiz tentando acertar, do que me arrepender por sequer ter tentado.
A estória quis mostrar a evolução dos protagonistas, eu até entendi isso, mas teve coisas que realmente me fizeram revirar os olhos. A primeira vez que Ethan foi morar com a Joy no Canadá, ficava dando chilique, como se só ele tivesse sofrendo, como se só ele tivesse que pegar no pesado, como se a vida fosse injusta apenas com ele. Ela queria continuar trabalhando no exterior, ele queria voltar pra casa. Quem estava certo, quem estava errado ? Confesso que nessa parte não consegui tomar partido de ninguém, entretanto após o Ethan voltar pra casa, mesmo cercado por amigos, ele continuou cobrando Joy por estar fora. Aconteceram muitas coisas ruins na vida dele, mas a Joy não foi a culpada por isso. Aí, entra aquela questão que costumam dizer, pessoas quando estão com raiva, frustradas ou bêbadas, costumam mostrar sua verdadeira face, então todas as vezes que essas pessoas ficarem com raiva, frustrada e bêbadas, você fica com medo de tudo se repetir. A prova do que estou falando, ficou na cena onde a Joy começou a beber e a surtar, porque o Ethan não tinha chegado em casa e ela sabia que ele estava em companhia de outra mulher.
Acho que confiança é como um lindo jarro de porcelana, uma vez que ele se quebra, você pode tentar colar os pedaços, mas as ranhuras estarão pra sempre lá. Tem coisas que dão certo na ficção. A gente já assiste imaginando o melhor cenário possível, mas dessa vez eu não consegui. Até achei que a Joy cedeu rápido demais e eu quis que a aproximação deles fosse melhor trabalhada.
Torci pelos protagonistas de forma individual, mas não desejei que eles ficassem juntos. Eu posso estar sendo radical demais, mas não consegui perdoar o Ethan, não como um pretendente para Joy.
Em relação ao filme, acho que ele foi bem gravado, bem editado e muito bem dirigido. Os atores foram ótimos.