Hércules, o herói grego, parte rumo a Tebas para ajudar o Rei Édipo a encontrar uma saída democrática e decidir qual de seus filhos herdará o trono. Mas o herói bebe da Fonte do Esquecimento e perde a memória, ficando prisioneiro da preversa Rainha Onfala, de Lídia. Ulisses, ajudado pelo Rei Laerte e os gêmeos Cástor e Pólux, tenta ajudar Hércules a recuperar a memória e assim possa salvar a jovem esposa Íole, que também corre perigo mortal.
Originalmente lançado em DVD como "Hércules Unchained", e depois relançado por distribuidora pirata com outro nome, "Hércules e a Rainha de Lidia".
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Adoro rever os clássicos do Peplum com Steve Reeves...
"Hércules e a Rainha da Lídia" é um antológico filme do sub-gênero peplum franco-italiano de 1959, dirigido por Pietro Francisci com a colaboração de Mario Bava e estrelado pelo musculoso Steve Reeves, contando com Sylva Koscina e Sylvia Lopez no elenco principal.
O filme é a sequência de "Hércules", de 1958 e marca a segunda e última aparição de Reeves como Hércules.
À exemplo do filme anterior de 58, esse épico de fantasia mitológica cumpre com a boa proposta de entreter, apesar das incongruências no roteiro.
Leve destaque para a atriz de origem austríaca e naturalizada francesa Sylvia Lopez, cuja carreira terminou prematuramente em 1959. Logo após terminar este filme, ela faleceria em decorrência de leucemia aos 26 anos de idade.
Este também foi um dos clássicos da extinta atração "Sempre aos Domingos" (TV Record), exibido no final da década de 70.
Disponível e legendado no Youtube.
Divertida aventura do personagem Hércules vivido aqui pela segunda vez pelo fisiculturista americano Steve Reeves, a primeira vez foi no filme As Façanhas de Hércules realizado no ano anterior. Ele não tem muito talento como ator mas compensa nas cenas de ação. Reeves abriu caminho no cinema para fisiculturistas que seguiram seus passos, os mais célebres foram Arnold Schwarzenneger e Lou Ferrigno da série O Incrivel Hulk. Um detalhe triste, a atriz Sylvia Lopez que interpreta Onfale, a Rainha da Lídia faleceu alguns meses depois do lançamento do filme vítima de leucemia.
Como todas as produções do gênero feitas na época pelo cinema italiano esse filme tem suas falhas, mas também traz boas doses de ação e diversão.
Dos tempos em que as aventuras de época eram feitas com talento e improviso, não com computação gráfica e na frente de uma tela verde...