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Sinopse
Depois de sentir os horrores do Sudão devastado pela guerra, um casal de refugiados tentam recomeçar a vida em Londres mas encontram algo ainda mais assustador, e não é deste mundo, em sua nova casa.
Lotado de comentários sociais, não necessariamente sutis, mas servem a trama. O terror embora tenha jumpscares, conseguem ser relativamente te surpreender e assustar. Alguns erros aqui e acolá, contudo, recomendo.
Tem uns ótimos momentos, o drama do casal te prende, a atriz principal é extremamente talentosa, parece que vc tá vendo um documentário de uma mulher machucada e não uma atriz interpretando (e é linda pra caramba). Ela tem uma das cenas mais lindas que eu já vi, envolvendo outras mulheres do país dela. No final entendemos o motivo pelo qual as coisas acontecem, foi uma boa explicação e um desfecho legal. Porém, é um tanto maçante, lento, tem umas contradições, quase larguei antes do fim.
Finalmente um filme que entende que o verdadeiro terror não é o fantasma… é o trauma.
Um dos terrores mais sólidos da Netflix. Usa o sobrenatural como metáfora para imigração, culpa e luto.
Aqui o espírito até aparece, mas quem realmente assombra é o passado. Nada de jumpscare barato: é sofrimento psicológico servido gelado.
A direção é sensível, o ritmo é lento (de propósito) e o terceiro ato fecha bem sua proposta. Não é terror comercial, é terror emocional — e funciona justamente por isso.
Achei legal, ele demora um cadin pra dar pistas do que está acontecendo, mas vale a pena.
Lotado de comentários sociais, não necessariamente sutis, mas servem a trama. O terror embora tenha jumpscares, conseguem ser relativamente te surpreender e assustar. Alguns erros aqui e acolá, contudo, recomendo.
Tem uns ótimos momentos, o drama do casal te prende, a atriz principal é extremamente talentosa, parece que vc tá vendo um documentário de uma mulher machucada e não uma atriz interpretando (e é linda pra caramba). Ela tem uma das cenas mais lindas que eu já vi, envolvendo outras mulheres do país dela. No final entendemos o motivo pelo qual as coisas acontecem, foi uma boa explicação e um desfecho legal. Porém, é um tanto maçante, lento, tem umas contradições, quase larguei antes do fim.
Chato e confuso
Finalmente um filme que entende que o verdadeiro terror não é o fantasma… é o trauma.
Um dos terrores mais sólidos da Netflix. Usa o sobrenatural como metáfora para imigração, culpa e luto.
Aqui o espírito até aparece, mas quem realmente assombra é o passado. Nada de jumpscare barato: é sofrimento psicológico servido gelado.
A direção é sensível, o ritmo é lento (de propósito) e o terceiro ato fecha bem sua proposta. Não é terror comercial, é terror emocional — e funciona justamente por isso.
Filme pra sair pensativo, não pra dar gritinho.