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Filme constituído de vários atos musicais. Conta com grandes estrelas fazendo pequenas participações.
Curiosidades:
- A música "Singin' in the rain" apareceu pela primeira vez em um filme. A canção é cantada por Cliff Edwards e repetida ao final do filme, por todos do elenco.
- Somente um dos números de dança foi cortado da produção. Uma paródia do Balé de Albertina Rasch intitulado "pearl dance" deito por Marie Dressler por ter sido considerado muito longo. De qualquer forma Dressler ainda aprece na montagem original como Lady Godiva usando uma peruca.
- O filme foi bem aceito pelo público e recebeu uma indicação ao Oscar na categoria "Melhor Fotografia". Em 1930, os produtores da MGM quiseram fazer uma continuação para o filme intitulada The March of Time mas logo a MGM mudou de idéia, sendo assim abandonaram o projeto que já se encontrava em pré-produção.
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Quem não gosta de filmes musicais deve passar longe. Basicamente uma apresentação do melhor de Hollywood naquele período fazendo pequenos quadros humorísticos e muitos musicais. Números de alta qualidade e difculdade, a mulher elástico jogada de um lado para outro dá até aflição de acontecer algum acidente. As piadas envelheceram muito mas vale a pena ver a evolução dos musicais no começo do cinema falado. Singin' in the rain aparece aqui pela primeira vez!
Um show filmado, lembrando muito aquilo que acompanhamos anualmente na cerimônia do oscar, alias a estrutura é igual incluindo aqui as piadinhas do apresentador com as estrelas da moda, diferenciando-se apenas porque nos anos 20 as piadas eram sem graça mas um pouco menos deselegantes do que as atuais, todavia igualmente constrangedoras. Destaque óbvio para Buster Keaton, o único de fato engraçado e Singing in The Rain.
Because she's the personification of youth and beauty and joy and happiness.
Inicialmente é necessário dizer: se você não gosta de musicas pouco vai aproveitar aqui. E este é meu caso. Porém as poucas partes que achei interessantes ( Stan Laurel e Oliver Hardy; Buster Keaton; John Gilbert e Norma Shearer e Lionel Barrymore; mais a mulher-elástico que esqueci o nome!) valem por todo o filme. Nota 6,5.
Um produto bem curioso vindo de 1929. A ideia de mostrar artistas desse período de transição do cinema mudo para o cinema falado; velhas e novas estrelas, em um número extenso de apresentações musicais lembrando em muitas partes um grande teatro de variedades é válido.
Alguns números são realmente muito bons, outros pavorosos, mas a produção é fantástica. Realmente a MGM investiu muito dinheiro nesse longa.
A sequência de Anita Page e o cena final de todos eles cantando Singin' In the Rain valem pelo filme.