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Data de lançamento
4 Julho 2012Duração
Oscar (Denis Lavant) transita solitário em vidas paralelas, atuando como chefe, assassino, mendigo, monstro, pai… Mergulha profundamente em cada um dos papéis e é transportado por Paris e arredores em uma luxuosa limusine, comandada pela loira Céline (Edith Scob). Ele é um homem em busca da beleza do movimento, da força motriz, das mulheres e dos fantasmas de sua vida.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Filme bem alegórico, com mensagens sobre a vida de um ator e nossas máscaras sociais e como somos moldados pelo ambiente.
Só não consegui me conectar com todas as micro histórias e aquele lance dos carros no final, pra mim, não funcionou, causou apenas estranheza.
"What drives us is the beauty of the act, but the beauty lies in the eye of the beholder."
Que filme bom veyyy amp filme me faz sentir vários trem raiva gastura pala. A cena da sanfona me pegou dms achei foda ei dei uma pala grande. Eu rio de coisas q acho foda, rs. Agora a cena da cantoria achei desnecessária kkkkkkkk mas de resto amei. História bem blowmind do jeito q amu!
Que filme incrível! Escrever sobre esse filme de uma maneira a tentar defini-lo é, em si, contraditório. Todos podem assisti-lo e encontrar diversas formas de interpretá-lo, mas reduzir a uma logica de "entendimento", isso, definitivamente, não é. Talvez (e essa é a palavra, talvez), o máximo possível é isso: o definível é o mais próximo do que ele é, e ele é uma experiência, tal como o cinema.
Por vezes perdemos essa experiência cinematográfica quando nos relacionamos com o filme, seja por algo externo (alguém que faz algo que te lembra que você está fora do filme), ou quando você mesmo quebra isso lembrando que "aquilo é só o um filme, não é real". Mas esse filme também brinca com isso. Os personagens estão atuando? São eles personagens? Oscar não sofre na vida que tem? Ele não nos lembra como sofremos nas vidas que nós temos? Como é possível nós nos identificarmos com alguém que não existe como nós existimos? Todas essas coisas sãos (d)as maravilhas do cinema. Leos Carax fez isso muito bem, Lynch fez isso muito bem, Tarkovski fez isso muito bem, Godard fez isso muito bem, e muitos outros fizeram isso muito bem.
Só para registro, para que no futuro, eu ou quem quer que seja possa ver e lembrar disso mas: a cena do esgoto da Beleza e do Grotesco é das coisas que mais lindas e sublime que eu vi recentemente.
Entendi foi nada.
So no final que ele recebe para ir viver a vida dele que eu cogitei a ideia que poderia ser uma critica as mascaras sociais que vivemos. Mas não era certeza