Bobby Gold é um policial judeu que, apesar de afastado de sua gente, sofre discriminação de seus superiores. Destacado contra sua vontade para investigar o assassinato de uma velha judia, ele se vê face a face com suas raízes, vivendo um conflito de identidade.
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Homicídio
Filme desconcertante e já to com vontade de ver novo pra sacar os detalhes. Neo noir com fotografia diferenciada de Roger Deakins, Joe Mantegna judeu com crise existencial-etnica (que é o plot do filme), William Macy estressado e Ving Rhames novinho. O desfecho é daqueles secos, que ficam na memória. Mas não é um filme fácil, tem que ver na calma.
O filme é carregado por uma atmosfera noir excelente, porém achei o enredo bastante morno. O suspense se prende demais, se mantendo sempre no meio termo. É um bom filme para quem curte thriller policial 70s. Apenas nos momentos finais o filme resolve revelar um pouco seu lado 'noventista'.
Mamet nos mostra, com competência, um policial perdido em sua própria identidade, .
Honesto, cru, sem heroísmo e com os pés cravados na realidade maldita do mundo podre das ruas.
"Homicídio" do David Mamet, mostra a vida de Bobby Gold, vivido do Joe Mantegna, um policial que sofre preconceito de alguns colegas por ser judeu.
Bobby e seu amigo Tim, vividos por Joe Mantegna e William H. Macy, são encarregados a prender um traficante local, Randolph, (Ving Rhames). Mas quando Bobby interfere num crime de morte num mercadinho, ele é designado a investigar o caso, contra sua vontade e se enfia numa trama onde a imagem do ele faz é quebrada pelo o que ele é de fato.
O personagem de Mantegna é judeu, mas desacreditado de sua religião, cultura, por causa se sua profissão, vira as costas pro parceiro e investiga as causas do crime e se envolve numa luta antiga, onde uma guerra entre sionistas e neonazistas, são travadas nas escuras.
O filme tem cenas ótimas, situações nervosas e conflitantes do personagem durante a investigação, que se divide entre o crime da lojinha e o traficante local.
A estória tem um clima pesado e tenso, as brigas internas são fortes e mostra um pouco da realidade da vida policial, o caráter e honra jogados na lama pra, onde o que separa bandidos e mocinhos, não são em quem você atira.
O desfecho de tudo, foi alarmante. Ambas escolhas necessárias, mas ambas erradas. Voltar pras origens, não significa faltar pra si mesmo. O preço do mundo é outro, a moedas pra isso, não é a paz, mas o sangue é a morte. As cenas finais são muito fortes! As ações que levaram ao desfecho foi intensas, significativas, dubia. Depois de se encontrar e se perder, Bobby não sabia mais quem era e nem onde estava. E sem saber o que ele tinha escolhido e no que acreditou era certo ou errado, real ou ilusão. Cê é loco... Que Divã foi esse filme!
Filmaço! Noir sujo! Clássico Policial dos anos 90!
Humiiiiilha Anos 90!!!
Achei o filme meio frouxo com interpretação meia -boca a ruim, tal qual a do Joe Mantegna. Entretanto, a qualidade enredística é notório, porém, a direção de David Mamet estragou o o poderia ser bom filme.