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Data de lançamento
15 Fev. 2025Duração
Partindo de uma pesquisa realizada com professores da rede pública, geralmente apresentados por meio de estatísticas, o projeto une debates com os alunos em sala de aula – sobre os temas evasão escolar, racismo, tráfico de drogas, bala perdida, feminicídio e gravidez precoce – com performances ficcionais. A partir da dramatização da peça de teatro baseada no livro “Clara dos Anjos”, de Lima Barreto, escrito no início do século XX, que mostra o abuso sofrido por uma jovem negra suburbana, realizada pelos grupos.
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IMPRIMATUR - visto no streaming em 09/10/2026 e sem esperança:
Vou ampliar minha queixa...
Não gostei das exposições apresentadas de maneira tão arrumada, pois, em um ambiente visceral, essa organização elimina a espontaneidade. O documentário externa uma densa camada de estruturas urgentes, mas a imensidão dos temas contrasta com a brevidade de sua abordagem. Além disso, o debate não requer mais a constatação recorrente dos problemas, principalmente quando cataloga como discriminação involuntária aquilo que sempre será consciente. Esse ensaio só prova que já passamos da fase de diagnosticar os ruídos... Estamos diante da ascensão mundial da falsa virtude ao poder, resultante de um presentismo absoluto que anula a relação dialética entre o passado e futuro. E assim como muita gente, Lúcia Murat parece estar esperando a derrota para, só então (quando for tarde), compreender que estamos combatendo ideias senis com a mesma senilidade de ideias.
Avaliação em nota: 6.8
Se o mundo fosse um lugar coeso, esse deveria ser considerado o melhor filme de todos os tempos, não um sonho de liberdade
Como sempre,Lucia Murat trazendo a pura realidade da vida.Um documentário muito sensível que toca em feridas recentes de todos os entrevistados e fica bem difícil não se emocionar junto com todos os adolescentes em cena.
Murat trabalha bem a ficção e a realidade trazendo situações reais e peças teatrais como o único meio de cultura dos jovens do elenco.
Todas as críticas sociais ainda hoje ainda existem,problemas esses que foram das mães,das avós de todos ali em cena.
>Assistido em 06 de Outubro de 2026
“Hora do Recreio” é um soco no estômago e, ao mesmo tempo, um sopro de esperança na resistência da juventude periférica e da escola pública brasileira. Lúcia Murat constrói um painel sensível e urgente que nos lembra que, apesar das barreiras estruturais, os jovens não são apenas vítimas passivas de um sistema falho, mas sim agentes ativos de reflexão e transformação.
Até gosto do início e da base da ideia. O problema é que o desenrolar vira um filme de 1h20 com sensação térmica de 2h30.