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Data de lançamento
21 Julho 1968Duração
Situado na Idade do Ferro na Escandinávia, o filme abre com a Horus lutando contra uma matilha de lobos cinzentos, e acidentalmente acorda um gigante de pedra antigo, chamado Mogue. Horus consegue puxar um "espinho" do ombro do gigante, que parece ser uma espada enferrujada e antiga. O gigante proclama ser esta a "Espada do Sol", dizendo também que quando a espada for devidamente reforjada, ele virá para Horus, que será então chamado o "Príncipe do Sol". O pai de Horus, no leito de morte, revela que a família veio de uma aldeia costeira do norte, que foi devastada pelo perverso bruxo Grunwald, deixando-os como únicos sobreviventes. Antes de morrer, o pai de Horus incumbe o filho a regressar à sua terra natal e vingar-se da vila.
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- me remeteu demais a saga de asgard dos cavaleiros do zodiaco
- tem um personagem totalmente inspirado no lingua de cobra do senhor dos aneis
- não é muito elaborada, mas bem feita, ainda mais pelas limitações da época
1 - Maratona Ghibli
É um filme que tem uma história bem interessante, porém o roteiro não se aprofunda em nada, tantas coisas poderiam ser melhor abordadas e aprofundadas, mas isso não acontece... Sendo uma animação da década de 60, não vou implicar tanto com a animação, afinal era o inicio de uma carreira de um dos grandes diretores de animação do mundo e o início de um dos grandes estúdios.
Nota: 5/10
1 - Maratona Ghibli
Ainda na fase ''Pré-Ghibli'', temos uma história interessante, cheia de personagens interessantes num universo pequeno, porém cheio complexidades.
Muita ação (prejudicada pelas escolhas ruins do diretor) que apresenta elementos fantásticos muito bonitos e cativantes, como os espectros de lobo e as criaturas no geral. A vila é bem genérica, e os campos de batalhas são sem vida.
A segunda parte do filme é mais interessante, pois parece haver alguma continuidade na história. A primeira metade é muito mal desenvolvida, parecia que estava vendo um ''recap'' de tão apressado que estava. Com isso, personagens e conceitos vão sendo inserido sem nenhuma sutileza, deixando o filme confuso e entediante.
É o primeiro filme do genial diretor Takahata, e apontado por muitos como o primeiro precursor do Ghibli, e nota-se vários elementos do famoso estúdio presentes desde já.
5/10
O filme parece ter várias referências bíblicas e há no final uma mensagem sobre coletividade. Só que o filme tem alguns pecados, principalmente nas cenas de batalha, com uma estranhíssima montagem que prejudica o desenvolvimento da ação. Tem um ou outro ponto solto na história e Hilda era de longe o personagem mais interessante. Por fim, realmente, é uma pena os problemas do filme. Acho que vale mais como curiosidade para quem quer conhecer a filmografia do Takahata.
Um dos primeiros filmes da toei, lembro que assisti em vhs na casa de um amigo. Pude re-assistir em Bluray recentemente e continua bom para o que se propõe.