Pablo
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Alegre - (🇧🇷 BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Pablo
    3 semanas atrás

    Chega a ser megalomaníaco a forma como a série se põe nesse terceiro ano. Demorei anos pra embarcar nessa temporada, mas enfim consegui, e com muita satisfação.

    Lembro de uma entrevista do Donald Glover em que ele falava sobre Atlanta como a Twin Peaks dos Rappers, e não é que ele conseguiu algo do tipo? Sei que é muito forte se colocar como uma ''série sobre racismo'', até porque é um tema muito complexo de se representar. Mas a forma escolhida aqui mescla esse estranhamento, um pouco de terror e umas viradas para a comédia... enfim, Twin Peaks. Essa temporada traz um mundo de fantasia, com seus vários exageros, mas que fala do mundo real de alguma forma.

    E assim como a série dos ano 90 onde David Lynch tinha como colaborador o Mark Frost, aqui o Donald Glover tem a parceria de um dos grandes nomes da Televisão, Hiro Murai. Sei que é difícil manter essa proposta em pé, ou até mesmo vingando e conquistando público, onde a temporada é fragmentada de um jeito onde esquecemos até mesmo do que aconteceu na temporada anterior com os protagonistas, mas essa dupla criativa cria um universo tão fantástico e absurdo que em vários momentos eu nem queria saber do Earn. E de certa forma a arte também é sobre isso, sobre nos tirar da realidade e nos levar pra outro lugar pra nos falar da realidade.

    Essa temporada pode ter sido um grande suspiro na trama, aproveitando a turnê na Europa pra encaixar essa ideia maluca. Fico muito curioso pra ver qual será a sequência e fechamento da série na quarta temporada.

    editado
  • Pablo
    3 semanas atrás

    Existe um escalonamento dos acontecimentos muito bem realizado aqui nessa segunda temporada. Os personagens são melhor explorados dentro da dinâmica da série, sem aquele deslumbramento do universo novo que é comum ter nas primeiras temporadas, além do fio condutor que envolve o Guillermo e sua ancestralidade.

    Gosto como a série não se inibe de tratar os vampiros como seres fora do padrão moral aceito, principalmente quando usa esse lado mais voltado ao sexo como motor cômico. Isso funciona muito por conta do contraste da ingenuidade de seres antigos frente ao mundo moderno com os tabus sociais que nós espectadores vivenciamos.

    Queria destacar o quanto eu gostei do episódio do Jack Daytona e como ele funciona como uma espécie de ''filme paródia'' dentro da série. Outro episódio interessante é quando vemos mais a fundo como funcionam os vampiros de energia com o Colin Robinson ficando muito poderoso.

    A temporada com 10 episódios funciona muito bem, nunca fica cansativo e logo depois de finalizar já fica aquele gostinho de querer ver mais. Muito animado pra seguir com essa série até o seu final.

    editado
  • Pablo
    2 meses atrás

    Acho incrível como que o Larry David faz o mesmo tipo de humor há 20 anos funcionar ainda hoje com temas atuais. É um olhar muito engraçado pro mundo contemporâneo pois parte dessa visão do passado, e ao mesmo tempo que satiriza as problemáticas modernas e a forma como elas são tratadas, ''vilaniza'' esse protagonista deslocado no tempo pela sua personalidade e falta de qualquer boa vontade em se adaptar.

    Essa temporada é ainda melhor que a anterior, e uma das minhas (muitas) favoritas da série. As participações especiais sobem o nível dos episódios e a trama do Latte Larry que dura a temporada inteira, trabalhada nessa lógica do autor de castelo de cartas e causa e consequência, trazem esse fator de continuidade e acúmulo de eventos como uma experiência ótimo no final de tudo.

  • Helder M 2 anos atrás

    A Night of Knowing Nothing (2021):
    drive. google. com /file/d/1MvVDBOTCYfeNVAvNEB18gr6Bwat48jBl/view
    (juntar os espaços)

  • Rodrigo 4 anos atrás

    Seja bem-vindo, Pablo!

  • isabela severo 4 anos atrás

    oi pablo, obrigada por adc, vou conferir seus favoritos e me inspirar :)