Aquele filme que mais serve como referencias as inúmeras fitas B entre várias realizadas na antiga hollywood,um curto exercício de metalinguagem ao mostrar os bastidores de um filme.Garimpagem para cinéfilo. Vi hoje,30-08-21
A história é ingênua e previsível, mas o filme é um criativo exercício de metalinguagem, muito à frente de sua época.
O filme cita explicitamente as reais produções anteriores "Eu era um lobisomem adolescente" e "Eu era um Frankenstein adolescente", ambas de 1957. Gary Conway volta ao papel do monstro de Frankenstein e Gary Clarke substitui Michael Landon, no papel do lobisomem.
Pete Dumond é um mestre em maquiagem, que após ser demitido pelos novos donos do estúdio, resolve se vingar, utilizando os atores que ele maquiava como monstros numa produção, desta vez fictícia "O lobisomem encontra Frankenstein", para assassinar os novos chefes, que insistem em dizer que o ciclo do horror havia terminado.
Durante a narrativa, vemos bastidores de filmes, criação de máscaras de monstros, executivos preocupados com lucro e demitindo funcionários.
Como nos filmes anteriores visando o público adolescente, há um número musical, mas neste faz mais sentido, pois está inserido na filmagem de um musical.
Visto em 11/09/2023.
Fraco, mas interessante.
Definitivamente influente de grande contribuição no gênero.
Aquele filme que mais serve como referencias as inúmeras fitas B entre várias realizadas na antiga hollywood,um curto exercício de metalinguagem ao mostrar os bastidores de um filme.Garimpagem para cinéfilo. Vi hoje,30-08-21
A história é ingênua e previsível, mas o filme é um criativo exercício de metalinguagem, muito à frente de sua época.
O filme cita explicitamente as reais produções anteriores "Eu era um lobisomem adolescente" e "Eu era um Frankenstein adolescente", ambas de 1957. Gary Conway volta ao papel do monstro de Frankenstein e Gary Clarke substitui Michael Landon, no papel do lobisomem.
Pete Dumond é um mestre em maquiagem, que após ser demitido pelos novos donos do estúdio, resolve se vingar, utilizando os atores que ele maquiava como monstros numa produção, desta vez fictícia "O lobisomem encontra Frankenstein", para assassinar os novos chefes, que insistem em dizer que o ciclo do horror havia terminado.
Durante a narrativa, vemos bastidores de filmes, criação de máscaras de monstros, executivos preocupados com lucro e demitindo funcionários.
Como nos filmes anteriores visando o público adolescente, há um número musical, mas neste faz mais sentido, pois está inserido na filmagem de um musical.
Grande pequeno filme de terror.