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Data de lançamento
2 Out. 2011Duração
Ray Drecker(Thomas Jane), um professor e treinador de basquete de uma escola secundária de classe média cuja vida está desmoronando e a única coisa que lhe resta é o pênis bem dotado. Ele resolve então ser um gigolô para pagar suas dívidas e para isso conta com a ajuda da fracassada poetisa Tanya (Jane Adams) que se torna sua cafetina.
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A temporada mais fraca. Parece aqueles casos quando tem briga nos bastidores ou greve dos roteiristas que prejudica o enredo, porque foi quase insuportável de ver. A série em si já não é grande coisa, é uma narrativa muito rasa e que tem muito medo de explorar possibilidades, mas o que fizeram nessa última temporada aqui... Nossa! Os filhos dele podiam ter ganhado um espaço maior, mas foram deixados de lado, tornaram-se ainda mais insuportáveis. Todos os personagens são irritantes e a gente não consegue gostar de nenhum. Até existe um episódio interessante sobre a moça transexual, mas pela época a gente vê que também foi mal abordado e, o que podia ter aberto brechas pra explorar inclusive homens querendo contratar o Ray, nunca foi adiante. Nem mesmo o Jason que aparentemente não se incomodava com isso, não falava sobre o assunto. A série até traz esse ponto de sexualização e objetificação do homem como contraponto, mas não sabe explorar muito porque foi escrita por homens héteros que não queriam a sexualidade, a virilidade do protagonista afetada por ele atender homens. Se mostrassem Jason com algum cliente homem, certamente pensariam que a visão que o público teria dele seria diferente. No fim, fica a amarga sensação de que uma série tão curta com apenas 10 episódios por temporada é mais longa do que deveria, porque ela simplesmente não sabe ao certo para onde ir.
Assisti desde o início dublado então não gostei que mudou os dubladores. Os últimos episódios foi bem difícil aturar o Ray mas até que ele ficou legal no último episódio. Tanya continua patética, quando a gente pensa que ela mudou um pouco o jeito de ser ela volta a ser a mesma Tanya chorona de sempre. Jessica que eu não gostava nada nas primeiras temporadas foi me ganhando e se tornou a minha personagem favorita. Lenore era muito divertida na primeira temporada mas depois o excesso de mau caratismo me fez desgostar dela, infelizmente nunca saberemos
se ela morreu
Algo que chega ao fim deixando um gostinho de quero mais.
Uma trama bem divertida e abordando um tema não usual. Ousado!!!
Divertida mas talvez não funcione para o publico de hj em dia. Ela tem o contexto bem especifico da crise de 2008/10 e um humor da mesma época. Acaba de forma otimista, mas queria mais, enfim, uma boa série, nada mais, nada menos.
É uma boa série, sendo que as três temporadas são bem parecidas, sempre naquela de que algo extraordinário vai acontecer, mas não, segue tudo como no início.