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Sinopse
Ela foi acusada de matar o marido, o trompetista Lee Morgan, e presa. Após ter sido libertada, Helen Morgan reflete sobre o legado de Lee e a vida que os dois tiveram.
Sobre o comentário abaixo: A respeito da "benevolência" com a qual Helen é mostrada, bem, toda história tem dois lados e não precisam necessariamente de um vilão. Ela cometeu o crime, foi presa, cumpriu a pena dela....a questão é a forma como enxergam a mulher (ainda mais sendo negra) comentendo essa espécie de crime passional e o interessante do documentário é exatamente não comprar um dos lados, até pq Helen Morgan foi o fator determinante pra q Lee Morgan se tornasse quem se tornou, foi ela que tirou ele da lama, do vício e ajudou ele a retomar a carreira que estava praticamente perdida, e ele retribuiu tudo isso traindo ela sem nenhum tipo de remorso. Lee Morgan foi um artista excepcional, impecável um tesouro do jazz e devemos agradecer Helen Morgan por isso.
Assim, o documentário é bom! Resume um período importante na curta vida desse excepcional artista. Os depoimentos de nomes da cena do período, com destaque para o monstro sagrado Wayne Shorter, acrescentam muito no nosso despertar sobre a importância dele como pessoa (e não só como músico).
A trilha-sonora então, nem falo nada, fantástica! Aliás, nenhuma trilha que tenha Jazz Messengers pode ser criticada, feras! Quem conheceu esse artista através desse documentário tem um painel musical imenso aberto a partir de agora. Aproveite!
Agora tem um "mas", e esse "mas" é uma certa "benevolência" em relação a Helen. Pensa comigo na seguinte suposição: Helen fosse a grande artista do jazz, e o Morgan tivesse cometido o crime? Pois então. Vocês não acham que seria retratado diferente? Esse é o problema, que não compromete o filme, mas que incomoda um pouco, ah, incomoda.
Muito bom documentário. Pena que o fim foi assim. Vi dia 30/01/23.
Sobre o comentário abaixo:
A respeito da "benevolência" com a qual Helen é mostrada, bem, toda história tem dois lados e não precisam necessariamente de um vilão. Ela cometeu o crime, foi presa, cumpriu a pena dela....a questão é a forma como enxergam a mulher (ainda mais sendo negra) comentendo essa espécie de crime passional e o interessante do documentário é exatamente não comprar um dos lados, até pq Helen Morgan foi o fator determinante pra q Lee Morgan se tornasse quem se tornou, foi ela que tirou ele da lama, do vício e ajudou ele a retomar a carreira que estava praticamente perdida, e ele retribuiu tudo isso traindo ela sem nenhum tipo de remorso. Lee Morgan foi um artista excepcional, impecável um tesouro do jazz e devemos agradecer Helen Morgan por isso.
Assim, o documentário é bom! Resume um período importante na curta vida desse excepcional artista. Os depoimentos de nomes da cena do período, com destaque para o monstro sagrado Wayne Shorter, acrescentam muito no nosso despertar sobre a importância dele como pessoa (e não só como músico).
A trilha-sonora então, nem falo nada, fantástica! Aliás, nenhuma trilha que tenha Jazz Messengers pode ser criticada, feras! Quem conheceu esse artista através desse documentário tem um painel musical imenso aberto a partir de agora. Aproveite!
Agora tem um "mas", e esse "mas" é uma certa "benevolência" em relação a Helen. Pensa comigo na seguinte suposição: Helen fosse a grande artista do jazz, e o Morgan tivesse cometido o crime? Pois então. Vocês não acham que seria retratado diferente? Esse é o problema, que não compromete o filme, mas que incomoda um pouco, ah, incomoda.
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