Não sei até que ponto se pode categorizar este documentário careta como um curta-metragem válido, mas... O depoente é absolutamente carismático e ele é bastante exitoso na explicação emocional de sua mudança de carreira, de sua ampliação de maravilhosos talentos. Se, por um lado, identifiquei-me bastante com a explanação amorosa da (re)descoberta da Arte, incomodei-me com a visão um tanto fetichizada e tradicional (no sentido mais incomodamente eclesiástico do termo) de seu cristianismo. Um bom convite à terapia espontânea, entretanto. Funciona! (WPC>)
Cara, que coisa linda (e triste) de se ver. Jim Carrey é uma das pessoas mais brilhantes em hollywood, e mesmo passando por problemas ele luta e descobre formas de melhoras com coisas que ele gosta. Esse lado artista dele é impressionante, um puta cara talentoso. E os retratos dele junto com o monólogo sobre Jesus foi lindo demais <3
Fala coisas bonitas. Foi interessante vê-lo abrindo seus espaços.
Não sei até que ponto se pode categorizar este documentário careta como um curta-metragem válido, mas... O depoente é absolutamente carismático e ele é bastante exitoso na explicação emocional de sua mudança de carreira, de sua ampliação de maravilhosos talentos. Se, por um lado, identifiquei-me bastante com a explanação amorosa da (re)descoberta da Arte, incomodei-me com a visão um tanto fetichizada e tradicional (no sentido mais incomodamente eclesiástico do termo) de seu cristianismo. Um bom convite à terapia espontânea, entretanto. Funciona! (WPC>)
Simples, objetivo, verdadeiro e lindo.
Cara, que coisa linda (e triste) de se ver.
Jim Carrey é uma das pessoas mais brilhantes em hollywood, e mesmo passando por problemas ele luta e descobre formas de melhoras com coisas que ele gosta. Esse lado artista dele é impressionante, um puta cara talentoso.
E os retratos dele junto com o monólogo sobre Jesus foi lindo demais <3
Muito bonito e interessante ver esse lado do Jim Carrey. Fico triste pela situação dele, mas feliz por ele ter essa válvula de escape.