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Duração
Ilsa, Harem Keeper of the Oil Sheiks (1976) foi o segundo filme da quadrilogia da personagem Ilsa ( Dyanne Thorne). O primeiro foi Ilsa, She Wolf of the SS (1975), seguido por Ilsa, Harem Keeper of the Oil Sheiks (1976), Ilsa, the Tigress of Siberia (1977) e Ilsa, the Wicked Warden (1977), este último dirigido por Jesus Franco. Este segundo filme da série teve direção e produção de Don Edmonds e roteiro de Langston Stafford para o Estúdio Mount Everest Enterprises Ltd. No primeiro filme Ilsa era uma nazista sádica e depravada que conduzia experiências bizarras em um campo de concentração. Neste segundo filme a personagem se desloca para um pequeno país árabe onde serve de guardiã do harém do excêntrico e cruel sheik El Sharif (Jerry Delony) que trafica armas e mulheres , além de vender petróleo para Deus e o Diabo. Ilsa, como de praxe, gosta de tortura, sexo e violência, agindo de forma fria em relação as suas vítimas. A chegada do comandante Adam (Max Thayer), entretanto, vai amolecer o coração da dominatrix e tal fraqueza lhe custará muito caro. O filme tem uma receita que mistura, em doses mais ou menos iguais, ação, erotismo e violência. A série é uma espécie de referência obrigatória do gênero Sexploitation/Naziploitation da década de 70 e fez relativo sucesso junto ao público.
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Sem envelhecer, mesma aparência da Segunda Guerra Mundial nos tempos modernos (aparentemente)
Presença magnética e icônica de Thorne, um pesadelo de femme fatale.
"Neste harém, a única lei é o meu desejo." (Ilsa)
Ilsa inspeciona suas "protegidas", pune as desobedientes e se deleita em quebrar a vontade de homens e mulheres
Seu "interesse" é uma forma de teste uma extensão de seus jogos sádicos, com um componente de "competição" sexual distorcida.
Ilsa passou de dominadora e algoz máximo no primeiro filme para uma espécie de capataz e cumpridora de ordens agora, sofrendo também em determinado momento. Sua cena de tortura sexual é a mais repugnante do filme inteiro.
No geral talvez eu tenha até gostado um pouco mais desse aqui.
O cenário é bom, a violência chama atenção com cenas de torturas arrepiantes e a parte sexual é um pouco melhor aproveitada. O primeiro acho que vence no sadismo e é mais chocante. Não que esse também não seja.
02-10-2023
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É inferior ao She Wolf of the SS, mas infinitamente melhor que o Tigress of Siberia. O cenário é MUITO bonito e as técnicas de tortura são geniais. Jogos Mortais usou como inspiração, haha.
Acho que gostei mais desse até agora. Tem um roteiro mais redondo, cenas de violência mais críveis e Ilsa é mais humana e complexa. Nos outros dois que assisti (o original e "A Tigresa da Sibéria") ela é A fodona, que manda em tudo, aqui ela é toda subordinada. Nos outros, trata-se de uma sádica e ninfomaníaca, aqui ainda tem um lado "mulherzinha".
A cena em que
um leproso transa com Ilsa amarrada
é poderosa, talvez a melhor no filme todo.
Gostei também das lésbicas Velvet e esqueci o nome da outra...