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Data de lançamento
2 Maio 2013Duração
Vídeo da banda francesa Indochine.
O clipe da música, feito pelo canadense Xavier Dolan e estrelado pelo ator Antoine Pilon, causou desconforto ao tratar o Bullying.
O vídeo tem cenas fortes e atinge bem as pessoas mostrando um rapaz que sofre bullying dos colegas enquanto todos fingem que não vêem (são mostrados com vendas nos olhos).
O clipe incomodou tanto que foi censurado na França e algumas cenas foram cortadas nos EUA.
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slc pesado em
Nossa.
Indochine, uma das bandas mais populares francesas, lançaram em 2013 o single College Boy, do álbum Black City Parade, e o respectivo vídeo promocional gerou muita polêmica. Apesar da universalidade patente no vídeo, a luta contra a discriminação e, no exemplo deste vídeo, a homofobia, sempre esteve presente na obra da banda parisiense. A escolha do canadense Xavier Dolan, jovem realizador assumidamente homossexual e que tem recolhido inúmeros prêmios pelos seus filmes que tendem a abordar a sexualidade e a orientação das suas personagens, não foi ao acaso. No vídeo um jovem estudante, protagonizado pelo ator Antoine Olivier Pilon, sofre insultos e provocações de alguns dos seus colegas de turma pelo simples fato de ser diferente, num caso transversal de bullying. As agressões vão-se intensificando e os restantes colegas e professores, que inicialmente aparentam apoiar o jovem estudante nos seus sucessos, veem os seus olhos vendados à violência que o protagonista sofre. O culminar do vídeo passa pela cena da crucificação do estudante, completamente derrotado e massacrado, enquanto os seus colegas e amigos assistem vendados. Quando a polícia, símbolo da justiça, finalmente chega, os autores do crime conseguem confundi-la fazendo-a disparar contra o já debilitado estudante na cruz. A equiparação dos agressores aos que deixam que os mesmos atuem incólumes é cruel mas portentosa de uma verdade acidulante que espelha a indiferença de muito do que a sociedade promove por meio das injustiças para com os mais básicos direitos humanos. Um deles passa por deixar as crianças e adolescentes crescerem para serem as pessoas que têm que ser, sem pressões nem discriminação. Oxalá eu veja isso, ainda...
Ilustra uma verdade dolorosa.
Pesado demais!