Uma estudante atormentada por um pesadelo recorrente é perseguida ao lado de outras alunas por um assassino em uma loja de departamentos deserta onde estão realizando um ritual de trote.
Caralho, que filme chato. The Initiation (1984) é uma experiência cansativa do início ao fim. As atuações são péssimas, os personagens não têm absolutamente nenhum carisma, e é impossível criar qualquer tipo de empatia com qualquer um deles. A história, que até poderia render um bom slasher psicológico, é muito mal aproveitada e pessimamente desenvolvida — parece que o roteiro não sabe para onde quer ir, e quando finalmente tenta, já é tarde demais.
A confusão envolvendo o pai da protagonista e os sonhos que ela tem até gera alguma curiosidade no começo, mas o filme falha em desenvolver essa parte de forma satisfatória. Se tivessem revelado mais cedo a ligação entre esses elementos e o plot sobre a irmã gêmea, talvez o suspense funcionasse melhor.
Do jeito que está, tudo parece jogado, e quando o plot twist finalmente chega, o desinteresse já tomou conta — é difícil se importar com qualquer revelação quando o filme não consegue prender o espectador.
Vera Miles, uma atriz de gabarito, é totalmente mal aproveitada aqui. Ela, que foi uma das favoritas de Alfred Hitchcock, trabalhou em filmes marcantes como O Homem Que Sabia Demais (1956), Vertigo (1958) e Psicose (1960). Uma atriz com esse currículo merecia bem mais tempo de tela e um papel à altura de seu talento. No entanto, em The Initiation, sua participação é mínima, quase simbólica, e isso só reforça o quanto o filme desperdiça o potencial do seu elenco.
Já os adolescentes, que deveriam dar ritmo e dinamismo à trama, são insuportáveis — chatos, irritantes e sem química alguma entre si. O que poderia ser um terror divertido e típico dos anos 80 acaba se tornando apenas uma sucessão de clichês mal executados, sem atmosfera, sem tensão e sem graça.
No fim das contas, The Initiation é um exemplo de como uma boa ideia pode se perder completamente nas mãos erradas — um filme morno, sem energia e que desperdiça todas as oportunidades de ser algo realmente interessante.
Não tem nada de original, mas é um slasher bem digno com mortes bacanas e uma reviravolta hilária.
Clichê em cume de clichê.
Final meio ué...
Caralho, que filme chato. The Initiation (1984) é uma experiência cansativa do início ao fim. As atuações são péssimas, os personagens não têm absolutamente nenhum carisma, e é impossível criar qualquer tipo de empatia com qualquer um deles. A história, que até poderia render um bom slasher psicológico, é muito mal aproveitada e pessimamente desenvolvida — parece que o roteiro não sabe para onde quer ir, e quando finalmente tenta, já é tarde demais.
A confusão envolvendo o pai da protagonista e os sonhos que ela tem até gera alguma curiosidade no começo, mas o filme falha em desenvolver essa parte de forma satisfatória. Se tivessem revelado mais cedo a ligação entre esses elementos e o plot sobre a irmã gêmea, talvez o suspense funcionasse melhor.
Vera Miles, uma atriz de gabarito, é totalmente mal aproveitada aqui. Ela, que foi uma das favoritas de Alfred Hitchcock, trabalhou em filmes marcantes como O Homem Que Sabia Demais (1956), Vertigo (1958) e Psicose (1960). Uma atriz com esse currículo merecia bem mais tempo de tela e um papel à altura de seu talento. No entanto, em The Initiation, sua participação é mínima, quase simbólica, e isso só reforça o quanto o filme desperdiça o potencial do seu elenco.
Já os adolescentes, que deveriam dar ritmo e dinamismo à trama, são insuportáveis — chatos, irritantes e sem química alguma entre si. O que poderia ser um terror divertido e típico dos anos 80 acaba se tornando apenas uma sucessão de clichês mal executados, sem atmosfera, sem tensão e sem graça.
No fim das contas, The Initiation é um exemplo de como uma boa ideia pode se perder completamente nas mãos erradas — um filme morno, sem energia e que desperdiça todas as oportunidades de ser algo realmente interessante.
Assistido em 04/11/2025
É de deixar curioso, mas não é excelente. Jurava que era
Kelly a assassina, mas do neida me metem uma versão paola e paulina
Que diacho de shopping grande.
Pelo visto só eu gostei. Não é o melhor slasher do mundo, mas te deixa curioso desde o início.