Quando a jovem de 24 anos Susannah Cahalan acordou sozinha em um leito de hospital, presa à sua cama e sem a habilidade de falar ou se mover, ela não conseguia se lembrar como ela chegou lá. Dias antes, ela estava no limiar de sua vida adulta, no começo de seu primeiro relacionamento amoroso e com uma promissora carreira como jornalista em um grande jornal de Nova York. Agora ela é tachada de violenta e psicótica. O que aconteceu?
Adaptação do best-seller de Susannah Cahalan. Um livro de memórias que segue a terrível descida de uma jovem mulher à loucura.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Em vez de passarem o filme todo em um suspense tentando descobrir o diagnóstico da menina, seria tão interessante se o filme fizesse isso apenas até a metade e no resto do tempo começasse a partir da cena final, mostrando ela voltando a ser quem era aos poucos. Teríamos um potencial muito mais emocionante, não é mesmo?
Do modo como foi feito ficou parecendo aquelas produções televisivas que ficam tentando prender a audiência o tempo todo, apostando sempre em um suspense e no desespero dos seus personagens e quando acaba é aquela correria pra encerrar logo e frases de auto ajuda jogadas pra todo lado.
Mas apesar de todos os problemas discordo das críticas que falaram que a atriz principal está ruim no papel, sendo que a personagem dela perde totalmente a expressão facial da metade pro fim do filme, achei a atuação muito boa mesmo sem espaço pra ela atuar. O roteiro corrido e amador não explora direito quem ela era antes da doença e muito menos a parte da superação da doença e por isso não vemos muito ela no filme fora das cenas de angústia e pânico, achei até que ela estava atuando bem dentro do roteiro limitado.
A história sobre o transtorno é interessante ,mas o filme é esquemático e superficial.
Bom filme.
Inspirador, mesmo porque contar sua historia de maneira tao intima eh de extrema coragem
Eu sou fã da Chloë, há muitos filmes reais que conta a história de pessoas com doenças desconhecidas, Dr, House mostra muito isso na série, mas o que mais é triste que há pessoas no manicômio até mesmo com TPM que antigamente não tinha um diagnóstico, existem mulheres que se tornaram até assassinas, insanidades e mesmo suicidas.
A Susannah escreveu sobre isso, pessoas testemunharam seu comportamento, e por mais que assustador que possa parecer, todos a ajudaram, o chefe era maravilhoso, a amiga do trabalho, o namorado, os pais que mesmo separados e com outras famílias se uniram para ajudá-la, a médica indiana que chamou o especialista indiano que não queria mais atuar como médico, acredito que alguma coisa do passado o tenha traumatizado, enfim são várias vidas transformadas por uma pessoa. Uma doença autoimune que estava matando, mas que no tempo certo conseguiu salvá-la, muito espiritual, muito cármico. Eu realmente achei desafiador e assustador o que aconteceu com essa moça, mas o que isso pode ajudar a todos que a rodeava, além de mostrar que um namoradinho que parecia alheio a tudo se transformou em dos maiores alicerces para os pais.