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O primeiro filme de Stan Brakhage, filmado em Denver (onde o diretor passou sua infância) em 1951.
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"A young man strolls through a city. He walks under a bridge toward a rail yard. A young woman sees him and walks beside him. They cross the tracks and walk into the countryside. They stop at a river. They hold hands. It starts to rain; it's a downpour. They seek shelter in an abandoned shack. They kiss, long and hard. It stops raining; they leave together but seem alone. They part at the railroad tracks. She watches him go, but he doesn't look back. (jhailey, IMDb)"
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Um grande amigo costuma repetir o famoso mantra de que "todo o estilo de um diretor está em seu primeiro filme". Quem quiser encontrar e reconhecer o Brakhage vindouro a partir deste curta-metragem talvez fique assustado (risos). Vi o filme com minha mãe, que ficou muito incomodada com a lentidão. E eu confesso: demorei um pouco para entrar no clima do filme. Mas adorei a guinada do desfecho, a mudança de perspectiva que só valoriza a grandiosidade do título. A vida é um ínterim, afinal! (WPC>)
de um stan brakhage primeiro, curiosamente romântico, quieto, de um trabalho pouco narrativo e já um 'tantão' abstrato e explorativo; parece que todas as cenas pretendem transmitir a sensação de um não sei quê de lacônico, breve, temporário, tudo é genericamente temporário...cenários passam e somem; há um encontro, é o que parece, um amor de transeuntes, um flerte peripatético, namorinho fugaz, um romance que se esvai como um trem ou como um riozinho correndo leve, é daquelas paixões abreviadas pelas circunstâncias, os dois continuam andando solitários; nesse ínterim, o amor é uma expressão tão sinóptica, brevíssimo como olhar para algo bonito e depois ir embora sem olhar para trás