Sequência do filme de 2014, "Unbroken: Path To Redemption" conta a história do atleta olímpico e ex-prisioneiro de guerra Louie Zamperini (Samuel Hunt), retornando aos Estados Unidos. Depois de ser libertado do cativeiro no Japão, ele volta para Califórnia e tenta seguir sua vida, casando com o amor de sua vida, Cynthia Applewhite.
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Lamentável este filme não ter a aclamação do primeiro. Mostra o quão fragéis somos até quando somos fortes. Matamos e quase exti guimos todos os leões da face da terra, mas morremos aos milhões todos anos com a picada de mosquitinhos.
O que muitas pessoas não sabem sobre a Segunda Guerra Mundial?
Uma das histórias mais inspiradoras de superação durante a Segunda Guerra Mundial que poucos conhecem é a de Louis Zamperini. Atleta olímpico nos Jogos de Berlim em 1936, Zamperini foi convocado para servir na Força Aérea dos Estados Unidos.
A tragédia e a sobrevivência: Durante uma missão de reconhecimento sobre o Oceano Pacífico, o avião de Zamperini foi atingido e caiu. Ele e dois companheiros conseguiram escapar e se agarrar a uma pequena balsa. Por 47 dias, eles lutaram contra a fome, a sede, os tubarões e as condições climáticas extremas. Após serem resgatados por um submarino japonês, foram levados para um campo de prisioneiros de guerra, onde sofreram torturas e maus tratos por dois anos.
A jornada para a cura: Ao retornar aos Estados Unidos, Zamperini lutava com pesadelos e raiva, sequelas do trauma da guerra. No entanto, com a ajuda da fé e de sua esposa, ele iniciou uma jornada de cura e perdão. Zamperini se tornou um cristão devoto e dedicou sua vida a ajudar outros a superar traumas semelhantes.
Um legado de esperança: A história de Louis Zamperini é um exemplo de resiliência e capacidade humana de superar as maiores adversidades. Sua jornada inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo, mostrando que mesmo diante das maiores dificuldades, é possível encontrar a força para seguir em frente e reconstruir a vida.
Um filme para a história: A história de Zamperini foi adaptada para o filme "Invencível" (Unbroken), lançado em 2014, estrelado por Jack O'Connell e dirigido por Angelina Jolie. O filme retrata a incrível jornada de Zamperini, desde sua juventude como atleta até sua experiência na guerra e sua busca por perdão.
PS: O que muita gente não sabe sobre a Segunda Guerra Mundial (SGM):
Na União Soviética (hoje Rússia), a SGM é conhecida como “Grande Guerra Patriótica”.
Não tem o impacto do primeiro filme mas rende uma boa sessão
um bom drama, principalmente pós guerra.
UNBROKEN: PATH TO REDEMPTION
Direção: Harold Cronk
Ano: 2018
Assistido em: 01/03/2022
Quando Angelina Jolie nos contou a história de Louis Zamperini no seu “Unbroken” (2014), ela deixou uma parte considerável da vida do atleta de fora do filme, ou melhor, ela resumiu tudo nas letrinhas que sempre aparecem ao final de cinebiografias. E devido ao sucesso financeiro do primeiro, era óbvio que Hollywood ainda revisitaria a vida do atleta, mas o que esqueceram de contar aos produtores é que as partes mais cinematográficas dessa história já haviam sido utilizadas.
São raros as produções que tratam o transtorno de estresse pós-traumático (Hollywood não quer que você saiba que seus "heróis" de guerra voltam pra casa com os miolos revirados), o filme mais famoso com esse tipo de abordagem é "American Sniper" (2014), e talvez tenha sido o sucesso dele que deu o "start" necessário para que a parte menos "glamourosa" (?) da vida de Zamperini também fosse levada para os cinemas.
Como vimos no final do primeiro filme, em 1945, Louis foi solto do campo de concentração em que estava preso. Agora ele volta pra casa e precisa reaprender a viver após ter estado em contato com a morte por tanto tempo. E é claro que a primeira metade do século XX não é momento histórico mais adequado para lidar com uma pessoa com esse tipo de trauma, né mesmo?!.
O filme nos mostra um protagonista preso a uma espiral de desgraças, mas a forma como isso nos é entregue que é o problema, o roteiro é pobre e não prende atenção, e direção também não colabora, é difícil se manter concentrado nessa história.
Como agnóstico, não quero entrar no mérito religioso da questão. Se para o Zamperini Deus o salvou, e essa crença o fez ter sua vida salva, isso é o que importa. Mas o que me incomoda é a completa falta de emoção desse filme, Samuel Hunt é lindo, mas não tem um terço do talento e carisma do Jack O’Connell, o que prejudica ainda mais o que já não estava bom. “Unbroken: Path to Redemption” é uma tentativa mal sucedida de fazer o sucesso do anterior render um pouquinho mais, só que com o “resto” daquilo que já não mais importava para os padrões Hollywood.