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No ano de 1942, Homer Macauley (Alex Neustaedter) tem 14 anos e mora em uma pequena cidade na Califórnia, Ithaca. Enquanto seu irmão (Jack Quaid) está lutando na guerra, ele é o homem da família e cuida da mãe viúva (Meg Ryan), da irmã mais velha (Christine Nelson) e do irmão de 4 anos, Ulysses. Homer trabalha como entregador de telegramas, e ao mesmo tempo que entrega para as pessoas mensagens de amor, esperança e dor, está determinado a ser o mais rápido ciclista mensageiro já visto. Só que uma dessas mensagens vai mudar sua vida para sempre.
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A trama pode até ser bem intencionada mas é chata pra cacete, desde os primeiros minutos já temos a certeza absoluta que o filho que foi pra guerra morrerá e estará em um telegrama que o irmão entregará para a mãe...
Além de toda esta previsibilidade é impressionante como não há nada de inspirador ou cativante neste melodrama. Tá certo que é sobre guerra mas é só tristeza e melancolia do início ao fim!
Também é muito oportunista colocar o Tom Hanks em tanto destaque na maioria dos pôsteres do filme já que a participação dele é insignificante (fazendo um favor para a amiga diretora), aparecendo como um marido fantasma da personagem da Meg Ryan por breves segundos.
Curiosidade: Jack Quaid, que interpreta Marcus Macaulay, filho de Meg Ryan, é filho dela na vida real, fruto do casamento com Dennis Quaid.
Este filme é baseado no livro "A Comédia Humana", de William Saroyan. Meg Ryan leu este livro enquanto buscava maneiras de lidar com o divórcio de Dennis Quaid.
Tom Hanks e Meg Ryan também já trabalharam juntos em Joe Contra o Vulcão (1990), Sintonia de Amor (1993) e Mensagem para Você (1998).
Alguém sabe por que esse filme não foi lançado no Brasil ?
A direção de Meg parece preguiçosa e apesar dos esforços o filme não consegue envolver com sua estoria familiar, além da fotografia escurecida que torna a trama ainda mais preguiçosa. É Meg, ainda não foi desta vez!
Pelo visto somente eu que achei lindo.
Não pela direção, mas pela fotografia, e sim, tem uma história de amor entre irmãos, a guerra e seus efeitos nas famílias
Se foi a estreia de Meg Ryan como diretora, não foi lá muito boa. E nem como personagem ela está muito bem (pior ainda está Tom Hanks, totalmente dispensável, mas como ele era um dos produtores...).
O livro de William Saroyan (editado pela Paz e Terra em 2002), A Comédia Humana, no qual o filme foi baseado é, reconhecidamente, um dos mais belos sobre infância e passagem para o mundo adulto (nem sempre de um modo agradável, como ocorre com Homer aqui). É um livro poético, delicado e sensível, não muito fácil de ser transposto para o cinema, reconheço.
Ryan privilegiou quase que apenas os momentos mais tristes desta história. Que é, de fato comovente, mas que tem vários momentos luminosos e engraçados proporcionados especialmente pelo garotinho Ulysses. Há uma adaptação cinematográfica mais antiga, dirigida por Clarence Brown em 1943, que parece melhor do que esta de 2015. Mickey Rooney foi o intérprete de Homer.
Como sou fã do livro (já li duas vezes) vou dar três estrelas pelas recordações que o filme trouxe.