Levei dias para terminar de assistir. Roteiro ridículo, forçado e com mais furos que uma peneira, ritmo parado, lento e arrastado. O cgi é o pior que os anos 2000 tinham para oferecer. As mortes são extremamente ridículas, e o final vira uma cópia picareta de Gremlins, só que sem a qualidade.
A única cena que eu gostei foi a do cubo de gelo tarado com a mulher loira, que é engraçada. Se fosse um curta-metragem de 5 minutos, seria bom, mas como filme, foi uma verdadeira tortura.
Um dos piores filmes que eu já vi na vida. Pelo menos o Michael Cooney teve vergonha na cara e desistiu da carreira de diretor depois dessa bomba nuclear.
Ranking:
5.0/100=(Jack Frost 1) Jack Frost (1997)
2.0/100=(Jack Frost 2) Jack Frost 2 - Revenge of the Mutant Killer Snowman (2000)
Enquanto o primeiro filme se levava mais a sério na construção de uma trama de vingança com um psicopata sobrenatural, Jack Frost 2 deixou tudo de lado pela avacalhação. Uma comédia besteirol, com elementos sutis de terror e que foca mais no humor sessão da tarde do que o slasher em si, mas ainda assim diverte.
Depois da experiência trágica do Natal passado, Sam Tiler decide viajar com a esposa Anne para celebrar o casamento do oficial Joe e sua assistente Marla – todos presentes no primeiro filme. A escolha do destino é uma ilha no Caribe, comprovada pela voz da chamada do “aeroporto” sobre um voo para Bahamas. Enquanto isso, agentes do FBI estão realizando pesquisas com o material genético de Jack Frost, com uma rápida participação de Doug Jones. Um funcionário da limpeza derruba um café na experiência e o assassino se reconstitui para fazer sua primeira vítima.
A desculpa para Jack Frost aparecer na ilha é a mistura com o DNA de Sam, que ainda tenta se recuperar do trauma em consultas com um terapeuta e sendo visto como uma piada. Dois rapazes morrem num bote, sem nunca deixar a entender que estão no mar, e depois as três moças, sendo que Ashlea consegue escapar da queda de estalactites até Jack perder a paciência e se transformar numa bigorna ao estilo desenho animado. O assassino aparece nos estados líquido e sólido, como neve e gelo, e até movimenta uma cenoura (!!!), com a dublagem tosca e piadinhas ao estilo Chucky. Em dada madrugada, ele usa seu poder para nevar no local e, por fim, voltar à forma de boneco de neve.
Para ampliar o ritmo palhaçada do enredo, Jack solta bolas de neve que adquirem vida, cometendo crimes e brincando, em referência às criaturas alienígenas (Critters) e, claro, aos monstrinhos de Gremlins. Como não há anticongelante para enfrentar o vilão, a única arma é algo que o organismo de Sam não suporta, no caso a alergia a bananas, para o combate contra os pequenos inimigos falantes e o próprio Jack. Corpos destroçados, olhos furados, golpes com picador de gelo, e um Sam paranoico, dando lugar às investidas da esposa, completam a patifaria.
Tem mais ação e efeitos melhores que o primeiro, mas a direção continua com os excessos de aproximação da câmera. Atuações canastronas e diálogos idiotas mostram o quanto Michael Cooney partiu para o escracho, zoeira total com a própria criação. Nesse ponto, sem se levar a sério, o longa acerta no tom, deixando claro que não está ali para produzir um clássico do gênero, mas brincar com o estilo.
Desde sua realização, houve interesse de Michael Cooney por um terceiro filme, que traria um Jack Frost gigantesco atacando uma cidade, como o epílogo já deixa a entender. “Jackzilla” seria o ponto final da franquia, com efeitos especiais melhores e mais orçamento. O falecimento de Christopher Allport em 2008, ironicamente vítima de uma avalanche, diminuiu o interesse na produção, embora Cooney tenha dito em 2016 que espera o apoio de investidores para que o assassino retorne de maneira hiperbólica.
- 6/10 - esse boneco de neve tem mais poderes que vários xmen juntos - trash, baixo orçamento, não se leva a sério e ótimas piadas horríveis - tem tudo isso que eu adoro mas não me pegou tanto
Levei dias para terminar de assistir. Roteiro ridículo, forçado e com mais furos que uma peneira, ritmo parado, lento e arrastado. O cgi é o pior que os anos 2000 tinham para oferecer. As mortes são extremamente ridículas, e o final vira uma cópia picareta de Gremlins, só que sem a qualidade.
A única cena que eu gostei foi a do cubo de gelo tarado com a mulher loira, que é engraçada. Se fosse um curta-metragem de 5 minutos, seria bom, mas como filme, foi uma verdadeira tortura.
Um dos piores filmes que eu já vi na vida. Pelo menos o Michael Cooney teve vergonha na cara e desistiu da carreira de diretor depois dessa bomba nuclear.
Ranking:
5.0/100=(Jack Frost 1) Jack Frost (1997)
2.0/100=(Jack Frost 2) Jack Frost 2 - Revenge of the Mutant Killer Snowman (2000)
Absurdamente ruim! Parecia que nunca iria acabar.
Enquanto o primeiro filme se levava mais a sério na construção de uma trama de vingança com um psicopata sobrenatural, Jack Frost 2 deixou tudo de lado pela avacalhação. Uma comédia besteirol, com elementos sutis de terror e que foca mais no humor sessão da tarde do que o slasher em si, mas ainda assim diverte.
Depois da experiência trágica do Natal passado, Sam Tiler decide viajar com a esposa Anne para celebrar o casamento do oficial Joe e sua assistente Marla – todos presentes no primeiro filme. A escolha do destino é uma ilha no Caribe, comprovada pela voz da chamada do “aeroporto” sobre um voo para Bahamas. Enquanto isso, agentes do FBI estão realizando pesquisas com o material genético de Jack Frost, com uma rápida participação de Doug Jones. Um funcionário da limpeza derruba um café na experiência e o assassino se reconstitui para fazer sua primeira vítima.
A desculpa para Jack Frost aparecer na ilha é a mistura com o DNA de Sam, que ainda tenta se recuperar do trauma em consultas com um terapeuta e sendo visto como uma piada. Dois rapazes morrem num bote, sem nunca deixar a entender que estão no mar, e depois as três moças, sendo que Ashlea consegue escapar da queda de estalactites até Jack perder a paciência e se transformar numa bigorna ao estilo desenho animado. O assassino aparece nos estados líquido e sólido, como neve e gelo, e até movimenta uma cenoura (!!!), com a dublagem tosca e piadinhas ao estilo Chucky. Em dada madrugada, ele usa seu poder para nevar no local e, por fim, voltar à forma de boneco de neve.
Para ampliar o ritmo palhaçada do enredo, Jack solta bolas de neve que adquirem vida, cometendo crimes e brincando, em referência às criaturas alienígenas (Critters) e, claro, aos monstrinhos de Gremlins. Como não há anticongelante para enfrentar o vilão, a única arma é algo que o organismo de Sam não suporta, no caso a alergia a bananas, para o combate contra os pequenos inimigos falantes e o próprio Jack. Corpos destroçados, olhos furados, golpes com picador de gelo, e um Sam paranoico, dando lugar às investidas da esposa, completam a patifaria.
Tem mais ação e efeitos melhores que o primeiro, mas a direção continua com os excessos de aproximação da câmera. Atuações canastronas e diálogos idiotas mostram o quanto Michael Cooney partiu para o escracho, zoeira total com a própria criação. Nesse ponto, sem se levar a sério, o longa acerta no tom, deixando claro que não está ali para produzir um clássico do gênero, mas brincar com o estilo.
Desde sua realização, houve interesse de Michael Cooney por um terceiro filme, que traria um Jack Frost gigantesco atacando uma cidade, como o epílogo já deixa a entender. “Jackzilla” seria o ponto final da franquia, com efeitos especiais melhores e mais orçamento. O falecimento de Christopher Allport em 2008, ironicamente vítima de uma avalanche, diminuiu o interesse na produção, embora Cooney tenha dito em 2016 que espera o apoio de investidores para que o assassino retorne de maneira hiperbólica.
Bem, tem mais sangue e peitinhos que o original, então tem isso. E as bolinhas de neve assassinas são fofinhas.
- 6/10
- esse boneco de neve tem mais poderes que vários xmen juntos
- trash, baixo orçamento, não se leva a sério e ótimas piadas horríveis
- tem tudo isso que eu adoro mas não me pegou tanto