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Data de lançamento
18 Nov. 1997Duração
Jack Frost é um perigoso assassino que morre após um acidente de estrada em que ele se choca com um caminhão carregando material genético. Seu corpo se mistura com a neve e ele se transforma num terrível mostro de neve, com dentes afiados e desejo de matar.
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Assisti só por curiosidade. Premissa absurda que rende alguns momentos divertidos, mas o roteiro é fraco e raso, as mortes são fracas e sem gore. A única cena de morte boa foi a da decapitão. O humor é bobo, tinha potencial, mas não foi bem executado. De interessante, tem a Shannon Elizabeth no início de carreira, antes de ficar famosa. Estreia do Michael Cooney como diretor, um filme medíocre de Natal.
Ranking:
5.0/100=(Jack Frost 1) Jack Frost (1997)
2.0/100=(Jack Frost 2) Jack Frost 2 - Revenge of the Mutant Killer Snowman (2000)
Revisto e continua sendo uma pérola
Reassistindo agora, consegui ter um certo apreço por este filme que não tive na 1ª vez.
12.03.2000
O filme famoso pela capa holográfica, que fazia a alegria das crianças nas antigas locadoras kkkkkkk.
Enfim, dá primeira vez que vi esperava mais e não aguentava mais, estava doido para o filme acabar. Revendo agora, alguns anos depois, achei um pouco melhor. A premissa é completamente copiada de Chucky (sempre vou citar Janela Indiscreta e Paranóia, que foi considerado plágio de forma bizarra e poderia ter aberto precedente para tudo ser plágio), embora aqui temos um foco maior no terrir, enquanto os primeiros filmes do Brinquedo Assassino eram mais sérios, na medida do possível. E, aqui é que reside o principal problema de Jack Frost. O filme se assume como terrir desde o início, algo evidenciado pela própria premissa absurda de um boneco de neve assassino. Entretanto, a grande maioria das piadas do filme não funcionam e o filme não entrega a diversão necessária, o que é um tremendo pecado. Falta timming para o xerife protagonista, e para os demais personagens, com exceção apenas do Jack Frost. A parte de terror é mais eficiente, e a produção é até boa para uma produção de baixo orçamento, mas a questão de falhar no humor é realmente um grande pecado. Outro problema é a famosa cena da banheira, que é desconfortável e problemática, fazendo piada com estupro de um jeito bem esquisito.
Nota: 6.9.