Maxi, sobrevivente de um ataque terrorista, junta-se ao sedutor estudante Karl e torna-se parte de um movimento jovem europeu, que visa nada menos que tomar o poder.
Belo desfile de personagens mal construídos... O mérito é retratar um movimento de jovens reaças com ares modernos, coisa que tem rolado demais e ainda não chegou em muitas representações culturais
Engana-se quem pensa que a xenofobia e o preconceito são questões do passado ou de gerações mais velhas, ela pode ser encontrada em qualquer idade. ... Em Je Suis Karl acompanhamos Maxi que, depois de perder parte da família num atentado terrorista em seu edifício, acaba se envolvendo com um grupo de jovens que luta pelo futuro. Mas, futuro de quem? ... Logo percebemos que se tratar de um movimento político que se utiliza de discursos ufanistas e xenófobos na defesa de uma Europa livre de "invasores". ... O filme mostra uma juventude sem perspectiva ou esperança que é cooptada por ideais supremacistas e xenofóbicos travestidos de libertários. Um "rebranding" do nazismo liderado por pessoas carismáticas e fanáticas que manipulam seus seguidores com discursos genéricos e palavras de ordem. ... Com um ritmo de intensidade sempre crescente, o roteiro nos apresenta uma protagonista fragilizada que se deixa levar por um grupo que lhe dá alento. Mas em nenhum momento a coloca como ingênua ou heroína em busca de redenção, ela parece se esquivar de questões das quais não concorda para participar de um grupo que a abraça. Até não poder mais. ... Esse mesmo grupo é desde o início mostrado como manipulador e culpado de atentados dentro da Europa para incitar o ódio e o medo contra os estrangeiros. Assim, a falta de ação da polícia ou serviço secreto aliada à mídia que corre para apontar os vilões mais fáceis, mostra até uma convivência nas entrelinhas. ... É um texto crítico e que infelizmente evidência como o fascismo vem se reinventando e pode tomar o poder a qualquer momento.
Belo desfile de personagens mal construídos...
O mérito é retratar um movimento de jovens reaças com ares modernos, coisa que tem rolado demais e ainda não chegou em muitas representações culturais
Final pesado.
Poderia ter sido melhor desenvolvido.
Não é ruim, mas tb nao é bom.
Neste mesma linha, Rede de Ódio, que também tá na Netflix, é muuuuuito melhor!
O filme não é ruim porém ê longo, lento e perdeu uma bela oportunidade de fazer um filme com mais ação. O que acresecentaria muito ao filme.
Engana-se quem pensa que a xenofobia e o preconceito são questões do passado ou de gerações mais velhas, ela pode ser encontrada em qualquer idade.
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Em Je Suis Karl acompanhamos Maxi que, depois de perder parte da família num atentado terrorista em seu edifício, acaba se envolvendo com um grupo de jovens que luta pelo futuro. Mas, futuro de quem?
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Logo percebemos que se tratar de um movimento político que se utiliza de discursos ufanistas e xenófobos na defesa de uma Europa livre de "invasores".
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O filme mostra uma juventude sem perspectiva ou esperança que é cooptada por ideais supremacistas e xenofóbicos travestidos de libertários. Um "rebranding" do nazismo liderado por pessoas carismáticas e fanáticas que manipulam seus seguidores com discursos genéricos e palavras de ordem.
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Com um ritmo de intensidade sempre crescente, o roteiro nos apresenta uma protagonista fragilizada que se deixa levar por um grupo que lhe dá alento. Mas em nenhum momento a coloca como ingênua ou heroína em busca de redenção, ela parece se esquivar de questões das quais não concorda para participar de um grupo que a abraça. Até não poder mais.
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Esse mesmo grupo é desde o início mostrado como manipulador e culpado de atentados dentro da Europa para incitar o ódio e o medo contra os estrangeiros. Assim, a falta de ação da polícia ou serviço secreto aliada à mídia que corre para apontar os vilões mais fáceis, mostra até uma convivência nas entrelinhas.
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É um texto crítico e que infelizmente evidência como o fascismo vem se reinventando e pode tomar o poder a qualquer momento.