Um homem sai da penitenciária disposto a se vingar do sócio, que fora o responsável por sua prisão e ainda lhe roubara a mulher. Ele forma uma quadrilha para enfrentar o seu sócio que é muito influente.
Duração: 1h47min Protagonistas: Pierce Brosnan como Neil | Tom Skerritt como Ebbet | Wendy Hughes como Sheila Gêneros: crime, thriller, drama de vingança
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Existem filmes que apostam na grandiosidade. *A Corrida da Vingança* aposta na inteligência.
Lançado em 1989, o longa traz Pierce Brosnan em uma fase pré-James Bond, mas já demonstrando o carisma frio e calculista que mais tarde marcaria sua carreira.
Aqui, ele interpreta Neil — um homem que cumpriu sua pena na prisão e sai com um único objetivo: retomar o que acredita ser seu por direito. Seu ex-sócio Ebbet não apenas assumiu a empresa, mas também ficou com sua esposa, Sheila. Não é apenas dinheiro. É orgulho. É traição. É honra ferida.
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## 🧠 Enredo
Neil não age por impulso. Ele planeja. Observa. Calcula. Reúne uma equipe para executar um assalto ao clube jóquei administrado por Ebbet. A proposta lembra clássicos do gênero como:
* Ocean's Eleven * The Italian Job * Tower Heist * Man on a Ledge
Mas aqui a escala é menor. Mais contida. Mais pessoal.
O roteiro é simples, direto, sem camadas excessivas. E talvez esteja aí sua força. Não tenta ser mais inteligente do que precisa — mas também não subestima o espectador.
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## 📖 Estória – Vingança com Classe
O que diferencia o filme é o tom. Não é um assalto apenas por dinheiro. É uma disputa de poder entre dois homens que compartilham passado e ressentimento.
Ao longo da narrativa, somos conduzidos a acreditar que o plano pode falhar. Pequenos grampos, obstáculos e desconfianças criam tensão. O filme sugere caminhos… para depois mudá-los discretamente.
E no final, quando tudo parece caminhar para uma divisão moralmente equilibrada, Neil prova ser mais estratégico do que imaginávamos. Ele não apenas vence — ele reorganiza o tabuleiro. Fica com o dinheiro, reconquista Sheila e deixa Ebbet preso.
É um desfecho que recompensa a inteligência do protagonista.
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## 🎥 Produção
A produção é típica do final dos anos 80: elegante, prática, sem exageros visuais. Nada de efeitos digitais ou pirotecnia excessiva. A tensão vem do planejamento e da execução.
Os cenários do clube jóquei trazem uma atmosfera sofisticada que contrasta com o submundo da manipulação financeira.
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## 🌫️ Fotografia
A fotografia é clássica, com iluminação suave e enquadramentos tradicionais. Não é ousada, mas é funcional. Trabalha bem a dualidade entre luxo e conspiração.
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## 💥 Efeitos Especiais
Praticamente inexistentes no sentido moderno. Tudo é prático, direto. O foco está na estratégia, não no espetáculo.
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## 🎭 Atuações
Pierce Brosnan sustenta o filme. Seu Neil é charmoso, frio e determinado. Ele transmite a sensação de que sempre está dois passos à frente.
Tom Skerritt entrega um Ebbet convincente — arrogante o suficiente para subestimar o adversário, mas não caricatural.
Wendy Hughes como Sheila representa o elo emocional da trama. Sua personagem transita entre lealdade, dúvida e sobrevivência.
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## 🔎 Comparações e Sequências
O filme não possui sequência oficial, mas poderia facilmente integrar uma franquia no estilo de assaltos sofisticados.
Ele se encaixa na linhagem dos grandes filmes de golpe inteligente, ainda que em escala mais modesta.
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## ⭐ Vale a pena assistir?
Sim — especialmente para quem aprecia thrillers de crime mais estratégicos do que explosivos.
Um thriller inteligente, simples e eficiente. Talvez não seja revolucionário, mas é sólido — e prova que uma boa vingança não precisa de explosões, apenas de estratégia.
🎬 A Corrida da Vingança (1989)
Duração: 1h47min
Protagonistas: Pierce Brosnan como Neil | Tom Skerritt como Ebbet | Wendy Hughes como Sheila
Gêneros: crime, thriller, drama de vingança
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Existem filmes que apostam na grandiosidade. *A Corrida da Vingança* aposta na inteligência.
Lançado em 1989, o longa traz Pierce Brosnan em uma fase pré-James Bond, mas já demonstrando o carisma frio e calculista que mais tarde marcaria sua carreira.
Aqui, ele interpreta Neil — um homem que cumpriu sua pena na prisão e sai com um único objetivo: retomar o que acredita ser seu por direito. Seu ex-sócio Ebbet não apenas assumiu a empresa, mas também ficou com sua esposa, Sheila. Não é apenas dinheiro. É orgulho. É traição. É honra ferida.
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## 🧠 Enredo
Neil não age por impulso. Ele planeja. Observa. Calcula. Reúne uma equipe para executar um assalto ao clube jóquei administrado por Ebbet. A proposta lembra clássicos do gênero como:
* Ocean's Eleven
* The Italian Job
* Tower Heist
* Man on a Ledge
Mas aqui a escala é menor. Mais contida. Mais pessoal.
O roteiro é simples, direto, sem camadas excessivas. E talvez esteja aí sua força. Não tenta ser mais inteligente do que precisa — mas também não subestima o espectador.
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## 📖 Estória – Vingança com Classe
O que diferencia o filme é o tom. Não é um assalto apenas por dinheiro. É uma disputa de poder entre dois homens que compartilham passado e ressentimento.
Ao longo da narrativa, somos conduzidos a acreditar que o plano pode falhar. Pequenos grampos, obstáculos e desconfianças criam tensão. O filme sugere caminhos… para depois mudá-los discretamente.
E no final, quando tudo parece caminhar para uma divisão moralmente equilibrada, Neil prova ser mais estratégico do que imaginávamos. Ele não apenas vence — ele reorganiza o tabuleiro. Fica com o dinheiro, reconquista Sheila e deixa Ebbet preso.
É um desfecho que recompensa a inteligência do protagonista.
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## 🎥 Produção
A produção é típica do final dos anos 80: elegante, prática, sem exageros visuais. Nada de efeitos digitais ou pirotecnia excessiva. A tensão vem do planejamento e da execução.
Os cenários do clube jóquei trazem uma atmosfera sofisticada que contrasta com o submundo da manipulação financeira.
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## 🌫️ Fotografia
A fotografia é clássica, com iluminação suave e enquadramentos tradicionais. Não é ousada, mas é funcional. Trabalha bem a dualidade entre luxo e conspiração.
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## 💥 Efeitos Especiais
Praticamente inexistentes no sentido moderno. Tudo é prático, direto. O foco está na estratégia, não no espetáculo.
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## 🎭 Atuações
Pierce Brosnan sustenta o filme. Seu Neil é charmoso, frio e determinado. Ele transmite a sensação de que sempre está dois passos à frente.
Tom Skerritt entrega um Ebbet convincente — arrogante o suficiente para subestimar o adversário, mas não caricatural.
Wendy Hughes como Sheila representa o elo emocional da trama. Sua personagem transita entre lealdade, dúvida e sobrevivência.
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## 🔎 Comparações e Sequências
O filme não possui sequência oficial, mas poderia facilmente integrar uma franquia no estilo de assaltos sofisticados.
Ele se encaixa na linhagem dos grandes filmes de golpe inteligente, ainda que em escala mais modesta.
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## ⭐ Vale a pena assistir?
Sim — especialmente para quem aprecia thrillers de crime mais estratégicos do que explosivos.
Não espere adrenalina constante. Espere cálculo. Espere paciência. Espere viradas discretas.
É um filme que funciona pela mente, não pelo barulho.
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## 🎬 Avaliação Técnica (0 a 10)
Enredo: 7
Roteiro: 7
Atuações: 8
Produção: 7
Fotografia: 6,5
Tensão e Reviravoltas: 7,5
Impacto Final: 7
Nota final: **6 / 10**
Um thriller inteligente, simples e eficiente. Talvez não seja revolucionário, mas é sólido — e prova que uma boa vingança não precisa de explosões, apenas de estratégia.
18.04.2000
Bem bacana, Pierce bem como sempre
Filme legalzinho !
De início não empolga muito, mas do meio pro fim fica bem legal !
Bom filme, ainda mais se se levar em conta que foi feito pra TV!