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Um playboy aprende a amar e um virgem aprende a viver - uma comédia romântica gay dentro dos negócios de restaurante. "John Apple Jack" traz o ocidente e o oriente juntos num prato delicioso e aconchegante. Quando John descobre que o noivo da sua irmã é Jack, seu amor de infância, a paixão incendeia e sua vida vira de ponta cabeça... ele perde o emprego, seu status e sua cueca, tudo isso enquanto corre para o altar para revelar seu amor.
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— Meu bem, é horrível isso, horrível, horrível, horrível, horrível, horroroso, um espanto, me faz mal! — (in Paola Carosella voice).
Fazia tempos — e quando digo tempos, quero dizer que eu tenho tido muita sorte ultimamente em escolher filmes gays de baixo orçamento e me surpreender positivamente — mas eu não sabia que estava prestes a me ver em um precipício. E, como já recitou uma grande pensadora contemporânea brasileira: “Sabia que a queda era grande, MAAAS tive que pular!”. Pois eu pulei… e nunca caí tão feio quanto caí assistindo Jack Apple John.
Queridos cineastas: se vocês têm um desejo de fazer um filme, saibam que ele não precisa de orçamento. Um bom filme nasce da ideia. Justamente por isso, “obras” como essa não precisariam existir. Qualquer exercício meia-boca de formação de atores do Wolf Maia… não, estou pegando leve demais. Deixe-me corrigir: qualquer curta gay de projeto final, onde dois supostos héteros de camisa de futebol dividem um sofá e um desejo reprimido, ainda seria melhor que este filme.
Jack Apple John não tem roteiro, não tem ideia, não tem atuação, não tem música, não tem fotografia, não tem sexo, não tem anal, não tem sequer aquela centelha de bizarrice que encanta. Não tem propósito, não tem mensagem, não tem por que existir.
Eu espero que, daqui a exatos 7 dias, todas as pessoas que ousaram trabalhar nessa obra morram. Primeiro o roteirista, e se for Roteirista/Diretor que ele tenha a pior morte do planeta, depois os atores, depois a produção e até qualquer adestrador de animal que ousou colocar seu cãozinho nesse filme, somente o cão será poupado.
Dito isso: é, sem sombra de dúvida, o pior filme que já assisti em toda a minha vida.
É engraçado. Queria mais filmes lgbtq assim, despretensiosos.
"Você tem 5 milhões de amigos online, Johnny. Quem diabos poderia competir por isso?" Isso foi tão real. As pessoas se tornam invisíveis, outras inalcançáveis. O importante são números nas redes; sem tempo de qualidade real para as pessoas. O cara estava o tempo todo ali, mas nunca foi notado. E haja malabarismos para isso acontecer...
Um pouco decepcionado ao ver pela primeira vez depois de tanto tempo na expectativa de que fosse melhor do que é.
Esse filme é a minha cara.
Adorei!!!
Filme gostosinho de se assistir. Pior q tem muitos gays precisando de um choque de realidade que nem esse John... afinal, muitos fazem e se comportam da mesma forma que ele.