Dirigido por
Duração
Joe, um jovem soldado americano, é atingido por um morteiro no último dia da Primeira Guerra Mundial. Ele repousa em uma cama de hospital em uma situação angustiante. Continua consciente, mas sem conseguir saber se está dormindo ou acordado. Apesar de tudo, não consegue parar de sonhar, rever suas memórias e refletir sobre o que irá acontecer consigo.
Primeiro e único filme dirigido pelo escritor e roteirista Dalton Trumbo, uma das grandes vítimas do macarthismo, Johnny Vai à Guerra é um monumento cinematográfico erigido contra todas a guerras: do passado, do presente e do futuro.
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fuck
Impactante e perturbador. Confesso que isso nem ocorre por méritos cinematográficos mas sim por um texto muito bem redigido e uma ideia sensacional acerca das consequências da guerra. Quando penso em filme antibelicista é assim que o imagino , sem precisar se apoiar na troca de tiros para impor sua mensagem.
Traumatizei meu namorado fazendo ele assistir esse filme. Nunca mais ele conseguiu ouvir One do Metallica (depois que contei da relação) da mesma forma. Tanto que quer ler o livro agora. Missão cumprida com sucesso ✨
o final é bem pesado
baseado num livro de Dalton Trumbo, vencedor do Prêmio Especial do Júri e do Prêmio da Crítica de Cannes 1971, com mensagem claramente antibelicista. Muita coisa não funciona ou soa artificial ou ainda piegas (esse é o tom do início ao fim!). Alguns fashbacks funcionam e outros também são forçados. Achei que a questão da morte (da “boa morte” e o direito de morrer) seria tratada com mais ênfase mas não acontece. Um pensamento como “vale a pena continuar vivendo sob qualquer circunstância? É de interesse de quem?” poderia ser aprofundado e discutido mas o qfilme foca mais nas memórias para fazer o contraponto do presente-passado. Para não exigir do público tanta suspensão da descrença, poderia deixar o soldado pelo menos ouvindo. Ele já tinha problemas demais e os roteiristas insistiram em fazê-lo um morto vivo quase que literalmente. Como todo “bom” filme de guerra, esse também é pessimista, niilista e faz críticas diretas contra as imbecilidades das guerras. Quem sofre as consequências nunca são os que promovem a guerra. Além de tudo, mostra a maldade e insensibilidade dos superiores. Visto em 26.01.25.