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Data de lançamento
18 Set. 1964Duração
A primeira série animada da TV vai levá-lo a um passeio de tirar o fôlego.
Aqui reunidos, estão todos os 26 episódios do primeiro ano da série, mostrando as fantásticas aventuras do corajoso garoto de 11 anos Jonathan Quest em um Kit Deluxe de quatro discos.
Encontre ainda extras inéditos e raridades dos cofres de Hanna-Barbera.
Diferentemente das repetitivas e vazias séries que o precederam, Jonny Quest usou lógica científica de investigação para solucionar mistérios e aprisionar vilões sofisticados.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
"Jonny Quest" Foi um dos maiores triunfos da animação de todos os tempos! Um dos maiores clássicos já feitos pela Hanna-Barbera! O enredo é genial, cheio de aventura e ação, numa época onde ainda tinha mistério no mundo. Tribos selvagens, cidades antigas, nazistas, monstros e gente doida de todo tipo, era os inimigos dessa galera! Jonny Quest, Haji, Dr. Quest, Roger Bannon e o cachorro bandido eram inesquecíveis! A abertura era emocionante! Antes de começar os episódios a gente já estava acelerado esperando que tudo aquilo aconteceria numa lapada só! Tinha uma pegada meio gibi e isso era foda, ficava uma tensão incrível nos episódios, uma dose de ação nível filme motivo esse que fez com que a animação fosse cancelada nos anos 60! Pra um desenho "Jonny Quest" é umas das ideias mais incríveis já feitas, eu imaginava eles nas telas do cinemas, mas com as adaptações que são feitas hoje, eu prefiro não imaginar mais não! Falta muito talento hoje nos cineastas, falta um projeto de respeito dos estúdios para levar as incríveis e inesquecíveis criações dos estúdio de Hanna-Barbera para as telas! Puta Clássico!!
Reassistido em 14/4/2021
Como foi nostálgico assistir novamente esse desenho que marcou minha infância
Assistindo série 1986 no momento.
A grande matéria que torna essa animação ''Jonny Quest'' ainda encantador e vivo como entretenimento, mesmo depois de quase 60 anos de datação, é sua ilustração, seu gráfico idealizado por Doug Wildey. Além de não ser creditado de primeira como criador principal, em vista que o estúdio Hanna-Barbera relatou inicialmente como uma animação televisiva baseada nos conceitos de Doug, não são os roteiros e estilo clássico dos diretores Joseph Barbera e William Hanna que estimulam, de maneira geral, o primeiro episódio como efeito de qualidade. Para uma trama aventuresca estilo 007, digna do cenário da corrida espacial, os sombreamentos e a carga visual realista a cada frame “quadrinesco” em tela, ao mesmo tempo que tornam ação mais estática, previsível em acompanhar, surpreende pela hipnose realista do desenho 2D.
Para efeito de memória, humor e entretenimento, o estúdio Hanna-Barbera misturava uma medida de intelectualidade caricata para construir suas animações de sucesso. Jetsons apresentando um futurismo de possibilidades pela caricatura da idealização, Scooby-Doo brincando com os mistérios mais exagerados das imaginações infantis com o desvendar ainda mais caricato e Corrida Maluca, junto com Zé Colmeia e os Flintstones, são animações que anseiam por onomatopeias traduzidas em movimento gráfico. Esse caráter definiu tanto um padrão de tramas episódicas como o lúdico memorável em meio ao som e movimento com um 2D “frágil” em transição figurativa, enquanto impactante na ação.
Diferente de tudo isso, ao menos na concepção de cada quadro de banda-desenhada, Jonny Quest se apresenta com um 2D encorpado, como se o espectador estivesse sendo preparado para ver balões de quadrinhos em tela ao invés de dublagens em bocas monótonas. A impressão inicial é uma mistura de embelezamento, com uma profundidade intensa no campo de dimensões gráficas da animação, porém apresentando uma inóspita sensação de sequenciamento de quadros aglutinados em um cenário estático. Mas nisso também consta a grande surpresa. Ao longo do piloto esse estranhamento vai se tornando uma linguagem própria, que define a história como potencial de novos efeitos averiguados num senso de realismo tanto de construção de universo como de personagens. Não há a ideia de suspensão de descrença tão trabalhada, há na verdade, uma busca pelo crível que vai determinar constantemente a quebra de expectativa no engate da aventura, ou até mesmo no que esperar no próximo frame calculado na concepção de Doug Wildey.
Se a sugestão do estúdio de propor a Doug algo mais inspirado em 007 coloca o episódio no olho do lançamento de um foguete estadunidense, em meio ao conflito em águas antigas do mar Sargaço, que Colombo navegou, como cita o personagem Roger Race Bannon para jovem desbravador Jonny Quest, o mistério dos homens-lagarto e a arma destruidora de navios no mar esverdeado de algas e cemitério de embarcações só é efetivo pelo traço forte da ilustração. É a própria imagem vagarosa do movimento desses homens borrachudos esverdeados e o cenário rico em detalhismo que torna o mistério verdadeiro, incentivando ainda mais a espera pela ação digna de James Bond do ato final do episódio.
No entanto, existe algo significativo para que Jonny Quest seja a nomeação da série, não Roger Bannon, ou o pai de Jonny, o Dr. Benton Quest. A ideia central não é criar novas histórias aventurescas com mais realismo, e sim dar possibilidade de identificação infantil com Jonny a aprender sobre o mundo adulto, de descobertas tecnológicas, como o laser destrutivo de longo alcance, de idealizações futuristas e aventuras de largo alcance geográfico, antes só imaginadas, agora experimentadas. Então diminui-se o caricato, partindo de um conceito mais carregado de imagens, ao mesmo tempo que investe-se na ação mais elaborada que trate com esse meio visual mais estático. Porque o senso de movimento é característico do estúdio, como os feixes riscados de aceleração, mas essa movimentação da ação física e de perseguição em plano lateral clássico se torna mais aventuresca e surpreendente com essa antítese artística que promove uma nova linguagem.
Nisso, o protagonista Jonny junto com seu bulldog Bandit chega mais próximo, na verdade, de As Aventuras de Tintim e menos das criativas caricaturas de Hanna-Barbera. A sensibilidade quanto ao perigo da peripécia de Jonny dá ênfase à conclusão imaginativa do público, criando um efeito emotivo ainda maior no princípio da aventura que é a façanha, como a surpresa do movimento diante de um cenário belamente imóvel, mas recheado de história. Junto a isso, tanto o realismo visual quanto da verbalização, como pode-se captar ironia nos diálogos dos personagens, evidencia o funcionalismo do 2D menos sombreado, mais caricatural, com as faces dispostas a mais movimentação da boca e dos olhos, vão diluindo o progresso narrativo na estrutura hipnótica da animação. Tudo isso torna o piloto tão significativo como um marco televisivo do esmero da linguagem sequencial, a dos quadrinhos, trazidos para a animação 2D para diferenciar dos desenhos animados do estúdio Hanna-Barbera na maneira de se inculcar na memória do espectador.
Um dos maiores trunfos de "Jonny Quest" é parecer quadrinhos em movimento. Sem dúvidas, é uma das produções mais caprichadas da Hanna-Barbera e um dos melhores desenhos de todos os tempos. A abertura clássica já antecipa o clima de aventura e tensão que permeia os episódios. A música contribui muito para a imersão do espectador na adrenalina. Todos os personagens são cativantes, mas meu favorito é Roger "Race" Bannon.
e quem disse que outrora a dupla hanna barbera por obstante somente vulgo preocupou se para com deleite sob forma de entretenimento de pirralhos, crianças, assim como demais catarrentos mequetrefes, seja dos anos 60, seu auge criativo, assim como demais epocas cujo sem duvida vieram de fato a eternizarem a maioria de suas criações a contento ? de forma que tal mescla de aventuras, deduções logicas, aliado a misterios bem trabalhados atraves da turma composta pelo pirralho jhonny quest e os demais pertinentes a sua turma, outrora demonstram bem que para quem possui talento, inexistem faixas de atuação, mas pura e simplesmente deixa lo naturalmente evoluir, ao contrario dos dias de hoje, cujo a unica diferença entre os intitulados cartoons e latas contendo m tres pontinhos, trata se a lata, pq de resto bem ? mas o principal, PARA O INFERNO se exista concordancia por parte de terceiros ou não, TRADUZEM SE exatamente o mesmo, ou seja lixo descartavel, e ponto final. OTIMO DESENHO. " johnnisticamente" NOTA 10.00