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Outros títulos
El fugitivo Josey Wales - Argentina
El fuera de la ley - Espanha
Josey Wales hors-la-loi - França
Il texano dagli occhi di ghiaccio - Itália
O Rebelde do Kansas - Portugal
Sinopse
Logo após o término da Guerra Civil americana Josey Wales, um pacato fazendeiro, se transforma em um cruel justiceiro dos Confederados para vingar o massacre de sua família por um grupo de criminosos aliados ao exército da União.
Filme pouco lembrado de Eastwood, mas bem interessante. Ele mostra Os Estados Unidos em um período que a guerra civil tinha acabado mas ainda restava muitos ressentimentos e vingança na reconstrução do país. O personagem principal busca pela sua própria vingança enquanto é caçado pelo exército da União e seus mercenários da pior espécie. No meio do caminho ele vai montando seu "time" de párias. Primeiro filme com sua futura esposa Sondra Locke. Muito bom!
O filme captura bem a atmosfera daquele período do velho oeste após a Guerra Civil Americana, com saqueadores, guerrilheiros, conflitos entre peregrinos e índios e caçadores de recompensas. E com tudo sendo resolvido na bala em uma terra sem leis.
O personagem do Josey Wales é genérico, parecendo mais um entre tantos outros fazendeiros injustiçados que viram "foras da lei" pra buscar alguma vingança qualquer. Na verdade o único diferencial dele é dar aquela cuspida bizarra a cada 5 minutos (as melhores são quando ele acerta a testa do cachorro).
O contexto da Guerra Civil que poderia ter sido outro diferencial do filme acaba desperdiçado dentro da história, que se concentra mesmo no jogo de gato e rato entre Josey e seus perseguidores.
Por reunir todos os clichês possíveis do gênero não é um faroeste dos mais memoráveis, mas ainda é um trabalho do velho Eastwood que vale a pena conhecer.
Curiosidade: Após vários desentendimentos o diretor Kaufman foi demitido por ordem de Eastwood, pelo produtor Bob Daley. A demissão causou indignação entre o Sindicato dos Diretores e outros executivos importantes de Hollywood, visto que o diretor já havia trabalhado arduamente no filme, incluindo a conclusão de toda a pré-produção. A Warner Bros foi em cerca de US$ 60.000, pela violação e o caso levou o Sindicato dos Diretores a aprovar uma nova regra, conhecida como "a Regra Eastwood", que proíbe um ator ou produtor de demitir o diretor e assumir pessoalmente a sua função.
Quinto filme dirigido por Clint Eastwood, Josey Wales é mais um ótimo western dele. Além de diretor também atua e tem uma ótima atuação. Começa como uma história de vingança, depois muda um pouco, mas a vingança continua até o final. Os personagens coadjuvantes que se juntam ao Josey são muito bons, principalmente o índio. O filme no meio é um pouco cansativo. Não está entre os grandes filmes do Clint, mas é muito bom.
É dos melhores e mais subestimados esforços de direção de Eastwood, deixa para trás a personalidade do ator para um herói um pouco mais honrado, se não menos lacônico, em busca de vingança. Embora seja um renegado procurado com uma agenda, Wales faz amizade com um irônico Cherokee, Lone Watie Chefe Dan George e dois colonos interpretados pela veterana Paula Trueman e pela sensual Sondra Locke. Wales forma e depois deve defender uma comunidade improvisada onde a confiança e o respeito são os pilares fundadores. Ótima atuação, fotografia requintada e uma história envolvente sobre alianças criam um faroeste estimulante e atencioso.
Não é o melhor western do Eastwood, mas tem a cuspida mais icônica do cinema.
Filme pouco lembrado de Eastwood, mas bem interessante. Ele mostra Os Estados Unidos em um período que a guerra civil tinha acabado mas ainda restava muitos ressentimentos e vingança na reconstrução do país. O personagem principal busca pela sua própria vingança enquanto é caçado pelo exército da União e seus mercenários da pior espécie. No meio do caminho ele vai montando seu "time" de párias. Primeiro filme com sua futura esposa Sondra Locke. Muito bom!
O filme captura bem a atmosfera daquele período do velho oeste após a Guerra Civil Americana, com saqueadores, guerrilheiros, conflitos entre peregrinos e índios e caçadores de recompensas. E com tudo sendo resolvido na bala em uma terra sem leis.
O personagem do Josey Wales é genérico, parecendo mais um entre tantos outros fazendeiros injustiçados que viram "foras da lei" pra buscar alguma vingança qualquer. Na verdade o único diferencial dele é dar aquela cuspida bizarra a cada 5 minutos (as melhores são quando ele acerta a testa do cachorro).
O contexto da Guerra Civil que poderia ter sido outro diferencial do filme acaba desperdiçado dentro da história, que se concentra mesmo no jogo de gato e rato entre Josey e seus perseguidores.
Por reunir todos os clichês possíveis do gênero não é um faroeste dos mais memoráveis, mas ainda é um trabalho do velho Eastwood que vale a pena conhecer.
Curiosidade: Após vários desentendimentos o diretor Kaufman foi demitido por ordem de Eastwood, pelo produtor Bob Daley. A demissão causou indignação entre o Sindicato dos Diretores e outros executivos importantes de Hollywood, visto que o diretor já havia trabalhado arduamente no filme, incluindo a conclusão de toda a pré-produção. A Warner Bros foi em cerca de US$ 60.000, pela violação e o caso levou o Sindicato dos Diretores a aprovar uma nova regra, conhecida como "a Regra Eastwood", que proíbe um ator ou produtor de demitir o diretor e assumir pessoalmente a sua função.
Quinto filme dirigido por Clint Eastwood, Josey Wales é mais um ótimo western dele. Além de diretor também atua e tem uma ótima atuação. Começa como uma história de vingança, depois muda um pouco, mas a vingança continua até o final. Os personagens coadjuvantes que se juntam ao Josey são muito bons, principalmente o índio. O filme no meio é um pouco cansativo. Não está entre os grandes filmes do Clint, mas é muito bom.
É dos melhores e mais subestimados esforços de direção de Eastwood, deixa para trás a personalidade do ator para um herói um pouco mais honrado, se não menos lacônico, em busca de vingança. Embora seja um renegado procurado com uma agenda, Wales faz amizade com um irônico Cherokee, Lone Watie Chefe Dan George e dois colonos interpretados pela veterana Paula Trueman e pela sensual Sondra Locke. Wales forma e depois deve defender uma comunidade improvisada onde a confiança e o respeito são os pilares fundadores. Ótima atuação, fotografia requintada e uma história envolvente sobre alianças criam um faroeste estimulante e atencioso.