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Data de lançamento
27 Set. 2019Duração
Inverno de 1968. Com a carreira em baixa, Judy Garland (Renée Zellweger) aceita estrelar uma turnê em Londres, por mais que tal trabalho a mantenha afastada dos filhos menores. Ao chegar ela enfrenta a solidão e os conhecidos problemas com álcool e remédios, compensando o que deu errado em sua vida pessoal com a dedicação no palco.
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Feito na medida para Renée Zellweger brilhar.
Assisti recentemente a algumas produções que mostram o onus da fama (Tina Turner, Billie Holliday, Marylin Monroe e até um inesperado Robbie Williams, entre outros), geralmente explorados por pais, maridos e empresários inescrupulosos; alguns conseguem se superar, outros sucumbem, como nesta boa produção onde a atriz protagonista segura todo o filme; (apenas achei algumas coisas bem piegas, mas ok)
Depois que eu morrer, vão sentir a minha falta por alguns meses, e em pouco tempo, serei esquecido. Garland morreu há mais de 50 anos, e todos lembram de "O Magico de Oz" e "Somewhere over the Rainbow", talvez seja um onus válido.
Adorei! Renée, triunfante como Judy! Uma fênix!
Um filme biográfico simples e eficaz sobre Judy Garland, que alterna entre o período no final de sua vida, em 1968 e suas datas de shows em Londres, e sua juventude, quando ela começou sua carreira em O Mágico de Oz. Dois períodos cruciais, portanto, o da realização e da conquista de um sonho com sacrifício de toda uma juventude, e o da conclusão de um sonho com as consequências psicológicas e inevitáveis de tal fim de carreira.
O filme é tocante e comovente, graças à atuação absolutamente magnífica e marcante de Renée Zellweger no papel de Judy Garland. Que papel e que interpretação, quando sabemos o quanto ela trabalhou na personagem, reproduzindo as posturas, as expressões faciais, o jeito de falar de Judy e, principalmente, o fato de ter aprendido a cantar durante um ano para encarnar 100% a personagem, já que é de fato a voz dela que ouvimos durante cada uma das performances. Impressionante maestria e personificação da personagem, dividida entre seu destino de cantora incompatível com sua missão maternal.
Uma queda, uma luta e uma cena final muito emocionante. Além de um roteiro bem escrito e de uma realidade bem transcrita, fica claro que é claramente Renée Zellweger quem sublima o filme e é ela quem o torna tão especial, a ponto de ofuscar os personagens secundários que têm dificuldade de ganhar profundidade ao seu redor, mas isso não chega a ser um problema em si, tão forte e impactante é a caracterização da personagem.
Uma bela obra que presta uma agradável homenagem a esta mulher cuja infância e juventude foram roubadas por Hollywood. O filme é comovente e mostra o quão cruel o show business pode ser.
O povo achar que biografia tem que ser um resumo da vida inteira do biografado.
Visões diferentes focam em um período/tema marcante e apresentam contexto.
Pra mim, que não conhecia os detalhes da vida de Judy Garland, foi bem esclarecedor. E temos diversos outros lfilmes sobre a artista, o que mais que justifica a visão diferenciada desta película.
Gostei muito da história, da apresentação, mesmo com algumas liberdades do filme, e, principalmente, da interpretação da Reneé.
Mostrou a vida de Judy muito além do arco-íris. Bem amarrado.
E o final é a conclusão perfeita do fio condutor do roteiro. Chorei.