Nos anos 30, Lillian (Jane Fonda) começa a ter sucesso escrevendo peças com a ajuda do escritor Dashiell Hammett (Jason Robards). Enquanto isso, Julia (Vanessa Redgrave), bastante idealista, estuda em Viena e enfrenta o regime nazista. Quando Lillian vai a Rússia para uma conferência de escritores, recebe um pedido de sua amiga: transportar clandestinamente uma grande soma de dinheiro da Rússia para Alemanha, recursos que serão usado contra o nazismo.
Indicado a 11 Oscars, ganhou os de atriz coadjuvante (Vanessa Redgrave), ator coadjuvante (Jason Robards) e roteiro adaptado. Baseado nas memórias de Lillian Hellman.
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Com um roteiro “travado” no início, o premiado filme demora a engrenar; mas depois se torna interessante, narrando uma história baseada em acontecimentos reais, bem retratada no ambiente político/geográfico da Europa pré II GM, com algum clima de ação e suspense. Jane Fonda aparece muito bela, fazendo o papel de uma mulher agitada e confusa, que chega a “dar nos nervos”, rsrsrs. Nota 7.
Onze indicações num filme tedioso como esse ninguém merece. Eu dividiria o filme em partes; o início que leva 567 horas pra contextualizar os personagens, o transporte clandestino (que é o ponto alto do filme) e o final na busca utópica pela criança. Nota 6,0.
Um filmão desses, intenso, árduo e belo, Fonda e Redgrave maravilhosas... suas personagens em tantas camadas.
Comecei o filme já dando um cochilinho, embalado pelo almoço e pelos vários nadas que acontecem no começo. Toda aquela ladainha da peça de teatro que ela tá escrevendo é completamente dispensável. Melhora um pouquinho na segunda metade, mas ainda assim é um filme bem qualquer coisa, sobre uma pessoa aleatória lutando contra o nazismo.
E a personagem principal parece que passa o filme inteiro se esforçando pra levantar suspeitas sobre si mesma. Capaz de ela ter causado a morte da Julia.
Como esquecer? "Júlia", realizado por Fred Zinnemann, com roteiro de Alvin Sargent, baseado no romance Pentimento, de Lillian Hellman, é um dos melhores filmes da década de 70. Ganhou três Oscars, nas categorias de melhor ator coadjuvante (Jason Robards), melhor atriz coadjuvante (Vanessa Redgrave) e melhor roteiro adaptado.
Com a força de um elenco vigoroso e estelar que reconta a história de uma grande amizade, que resistiu ao tempo, acrescida de uma lição de história como pano de fundo e um diretor sensível e competente, o resultado final não poderia ser melhor. Vale destacar a performance de Meryl Streep que começou a despontar para a fama.