A história de um filhote de leão branco que cresce e se torna o rei da selva. O filme é uma versão editada da série de televisão japonesa de mesmo nome de 1965, baseada no mangá homônimo dos anos 1950.
Assisti a esta versão condensada em longa-metragem da série animada de 1965 meio por acaso, e saí encantado da sessão: amei cada pincelada, cada emoção atribuída aos personagens, cada situação convertida em dilema coletivo. Impressionante como a temática da fome é recorrente, validando a exortação ao vegetarianismo, como demonstração de respeito dos animais, uns pelos outros. Dá para estendermos essa brilhante lição de moral para todas as áreas de nossas vidas, inclusive. A narrativa soa cíclica e mui episódica, por causa das condições de montagem, mas é tudo fascinante, lindo. Mesmo o sobejo de dramaticidade e violência relacionado ao que ocorre após a chegada dos "Deuses da Morte". Amei as canções - e fiquei apaixonado por Leo, claro. Soberbo! (WPC>)
Tirando a semelhança do nome do protagonista e o local onde se passa a trama, o filme não tem NADA a ver com "O Rei Leão".
Assisti a esta versão condensada em longa-metragem da série animada de 1965 meio por acaso, e saí encantado da sessão: amei cada pincelada, cada emoção atribuída aos personagens, cada situação convertida em dilema coletivo. Impressionante como a temática da fome é recorrente, validando a exortação ao vegetarianismo, como demonstração de respeito dos animais, uns pelos outros. Dá para estendermos essa brilhante lição de moral para todas as áreas de nossas vidas, inclusive. A narrativa soa cíclica e mui episódica, por causa das condições de montagem, mas é tudo fascinante, lindo. Mesmo o sobejo de dramaticidade e violência relacionado ao que ocorre após a chegada dos "Deuses da Morte". Amei as canções - e fiquei apaixonado por Leo, claro. Soberbo! (WPC>)