Em uma escola na periferia de São Paulo, a assistente social Sônia precisa retirar o garoto Kairo, de nove anos, da sala de aula para ter uma conversa difícil.
Apesar de irregular em condução, o curta-metragem anterior do diretor, LÚCIDA, impressionou-me bastante em sua proposta crua. Aqui, ele é bem mais incisivo, servindo-se de uma frase-mote da assassinada Marielle Franco para denunciar um genocídio racial cotidiano aqui no Brasil. Para tal, serve-se de um roteiro propositalmente elíptico e de atores eloqüentes. A intérprete da assistente social é muito boa e o garotinho é sobremaneira expressivo. Triste sem ser melodramático. Não era a sua intenção. Muito bem fotografado e com excelente desenho de som. Ótimo! (WPC>)
Apesar de irregular em condução, o curta-metragem anterior do diretor, LÚCIDA, impressionou-me bastante em sua proposta crua. Aqui, ele é bem mais incisivo, servindo-se de uma frase-mote da assassinada Marielle Franco para denunciar um genocídio racial cotidiano aqui no Brasil. Para tal, serve-se de um roteiro propositalmente elíptico e de atores eloqüentes. A intérprete da assistente social é muito boa e o garotinho é sobremaneira expressivo. Triste sem ser melodramático. Não era a sua intenção. Muito bem fotografado e com excelente desenho de som. Ótimo! (WPC>)
Um documentário denúncia, porém sensível, acerca de uma realidade brutal e tão comum neste País...
Eu sempre acho muito triste quando um filme vai se desfazendo pelo caminho e não consegue encerrar a história.