Kill Boksoon não conta com uma história das mais originais - mais um filme de assassino de aluguel tentando separar o trabalho da pessoa - e, além de se ancorar nesta ideia geral tantas vezes já executada, as subtramas também são familiares, como a circunstância de vir aí uma filha possivelmente tão letal como a mãe - para o horror dela -, o espelhamento na figura da estagiária e a própria estrutura da organização criminosa como uma corporação como tantas outras, um banco ou a indústria farmacêutica. Mesmo assim, o filme esbanja estilo, tem bons personagens e segura com valentia a longa duração, valendo-se ainda de algumas - não todas - vigorosas cenas de ação. É infinitamente melhor que O Protetor e outras tralhas de Hollywood.
Assassina profissional e mãe. O que comem? Onde vivem? Como se relacionam? No Globo Repórter Coréia, você vai conhecer a história de "Kill Boksoon", uma assassina famosa e respeitada, que queria se aposentar, pendurar as espadas de vez, pra cuidar da filha, mas o patrão não queria rsrsrs...
Com muita ação e boas doses de drama, o longa de Sung-hyun Byun, conta história de Gil Bok-soon (Jeon Do-yeon), uma assassina profissional respeitada e temida, que cansou da vida da degola, e tinha uma adolescente em casa naquela fase das descobertas, emoções e problemas, pra cuidar.
No entanto, sua vida pessoal é marcada por desafios, pois ela tenta equilibrar sua carreira perigosa com suas responsabilidades como mãe de uma filha adolescente. Ela e a filha tinha uma relação separada, onde a filha não sabia do trampo da mãe, e sentia a falta da progenitora no dia a dia, porque vira e mexe a mulher some igual ao Batman na noite. Mas também tinha aquela preocupação de mulher, de mãe que tem filho em casa, mas trabalha passando a peixeira nos outros, cuidar da filha, cuidar do neném dela, porque não importa o lugar e a época, mãe é mãe.
Atrama é complexa, cheia de ação, com cenas de luta de tirar o folego, onde Bok-soon se envolve num jogo nervoso e mortal de escolhas, de um mundo que é movido a violência e sangue, mas que é comandado por poucos e regido por regras solidas, que não podem ser quebradas. E o castigo é a morte para quem ousar.
A trama mostra que a honra, o respeito e a amizade, parecem ser os pilares da vida desse submundo do cão. Mas não se engane, dinheiro, associações e fama, vai na frente de tudo. O passado da protagonista e suas motivações, vem a tona em momentos cruciais da sua profissão, onde armadilhas são postas de proposito, para evitarem sua nobre escolha, fazendo que os interesses da firma de renovar seu contrato, ficassem acima de qualquer coisa.
Nos momentos finais, o filme explode em vingança, com cenas nervosas de ação, muito bem coreografadas, com efeitos de CGI que lembram o "Matrix Reload", onde aparecem um monte de Agente Smith em cena. Mas ainda com a subtrama da relação com a filha, sendo uma espécie de alma do filme que fica guardada como o único o troféu que a mãe poderia alcançar na vida.
A direção de Sung-hyun Byun é excelente, o diretor conduz de forma muito competente, mostrando história da assassina que teve um passado complicado, que foi famosa na profissão, ganhou muito respeito, que era a melhor no que fazia, que sabia que iria pro inferno, mas que agora queria parar com tudo e ser só mãe. Além de saber conduzir o longa, Sung consegue contar a história da filha Gil Jae Yeong (Kim Si-a) de forma delicada e dramática, mas sem deixar que isso tome as rédeas das emoções que o diretor nos induz a sentir.
A trama tem seu foco de ação na vida amarga, violenta, mortal e infeliz dos assassinos profissionais, que parem não ter alma e coração, mas que acaba mostrando que Gil, ainda tem. Jeon Do-yeon tem uma atuação incrível, em que a atriz mostra uma performance poderosa em cenas de luta.
"Kill Boksoon" mostra uma história complexa e com profundidades que eu ainda não tinha visto nos filmes genero. Vale muito a pena assistir. Esses coreanos são demais! Filmão!
politicamente eh bem aula 1 em faculdade de humanas.
O drama familiar mae e filha eh anos 2000 - a nao ser q homossexualismo na Coreia do Sul seja um tabu muito grande ainda em 2023, o q nao acho q seja.
As cenas de acao tem um ou dois bons momentos mas eh mto coreografada e naquele estilo, os bandidos esperam pra atacar um por vez; e mts cortes freneticos quebrando ainda mais a emocao.
Mas o desenho de producao eh fantastico e aquele apartamento do chefao eh lindissimo e queria eu morar la.
Coreia do Sul mais uma vez tentando emular Hollywood e sendo superficial, banal e descartavel ate.
Cenas de luta do caralho e enredo incrível!
25/07/25
Kill Boksoon não conta com uma história das mais originais - mais um filme de assassino de aluguel tentando separar o trabalho da pessoa - e, além de se ancorar nesta ideia geral tantas vezes já executada, as subtramas também são familiares, como a circunstância de vir aí uma filha possivelmente tão letal como a mãe - para o horror dela -, o espelhamento na figura da estagiária e a própria estrutura da organização criminosa como uma corporação como tantas outras, um banco ou a indústria farmacêutica. Mesmo assim, o filme esbanja estilo, tem bons personagens e segura com valentia a longa duração, valendo-se ainda de algumas - não todas - vigorosas cenas de ação. É infinitamente melhor que O Protetor e outras tralhas de Hollywood.
Tem Alguns Spoilers...
Assassina profissional e mãe. O que comem? Onde vivem? Como se relacionam? No Globo Repórter Coréia, você vai conhecer a história de "Kill Boksoon", uma assassina famosa e respeitada, que queria se aposentar, pendurar as espadas de vez, pra cuidar da filha, mas o patrão não queria rsrsrs...
Com muita ação e boas doses de drama, o longa de Sung-hyun Byun, conta história de Gil Bok-soon (Jeon Do-yeon), uma assassina profissional respeitada e temida, que cansou da vida da degola, e tinha uma adolescente em casa naquela fase das descobertas, emoções e problemas, pra cuidar.
No entanto, sua vida pessoal é marcada por desafios, pois ela tenta equilibrar sua carreira perigosa com suas responsabilidades como mãe de uma filha adolescente. Ela e a filha tinha uma relação separada, onde a filha não sabia do trampo da mãe, e sentia a falta da progenitora no dia a dia, porque vira e mexe a mulher some igual ao Batman na noite. Mas também tinha aquela preocupação de mulher, de mãe que tem filho em casa, mas trabalha passando a peixeira nos outros, cuidar da filha, cuidar do neném dela, porque não importa o lugar e a época, mãe é mãe.
Atrama é complexa, cheia de ação, com cenas de luta de tirar o folego, onde Bok-soon se envolve num jogo nervoso e mortal de escolhas, de um mundo que é movido a violência e sangue, mas que é comandado por poucos e regido por regras solidas, que não podem ser quebradas. E o castigo é a morte para quem ousar.
A trama mostra que a honra, o respeito e a amizade, parecem ser os pilares da vida desse submundo do cão. Mas não se engane, dinheiro, associações e fama, vai na frente de tudo. O passado da protagonista e suas motivações, vem a tona em momentos cruciais da sua profissão, onde armadilhas são postas de proposito, para evitarem sua nobre escolha, fazendo que os interesses da firma de renovar seu contrato, ficassem acima de qualquer coisa.
Nos momentos finais, o filme explode em vingança, com cenas nervosas de ação, muito bem coreografadas, com efeitos de CGI que lembram o "Matrix Reload", onde aparecem um monte de Agente Smith em cena. Mas ainda com a subtrama da relação com a filha, sendo uma espécie de alma do filme que fica guardada como o único o troféu que a mãe poderia alcançar na vida.
A direção de Sung-hyun Byun é excelente, o diretor conduz de forma muito competente, mostrando história da assassina que teve um passado complicado, que foi famosa na profissão, ganhou muito respeito, que era a melhor no que fazia, que sabia que iria pro inferno, mas que agora queria parar com tudo e ser só mãe. Além de saber conduzir o longa, Sung consegue contar a história da filha Gil Jae Yeong (Kim Si-a) de forma delicada e dramática, mas sem deixar que isso tome as rédeas das emoções que o diretor nos induz a sentir.
A trama tem seu foco de ação na vida amarga, violenta, mortal e infeliz dos assassinos profissionais, que parem não ter alma e coração, mas que acaba mostrando que Gil, ainda tem. Jeon Do-yeon tem uma atuação incrível, em que a atriz mostra uma performance poderosa em cenas de luta.
"Kill Boksoon" mostra uma história complexa e com profundidades que eu ainda não tinha visto nos filmes genero. Vale muito a pena assistir. Esses coreanos são demais! Filmão!
politicamente eh bem aula 1 em faculdade de humanas.
O drama familiar mae e filha eh anos 2000 - a nao ser q homossexualismo na Coreia do Sul seja um tabu muito grande ainda em 2023, o q nao acho q seja.
As cenas de acao tem um ou dois bons momentos mas eh mto coreografada e naquele estilo, os bandidos esperam pra atacar um por vez; e mts cortes freneticos quebrando ainda mais a emocao.
Mas o desenho de producao eh fantastico e aquele apartamento do chefao eh lindissimo e queria eu morar la.
Coreia do Sul mais uma vez tentando emular Hollywood e sendo superficial, banal e descartavel ate.
Mas o filme me entreteve durante toda a projecao.