Um escritor cansado (tema recorrente no trabalho de Auster), depois de seu último e exaustivo livro, aceita passar uns dias no campo, numa bela casa de amigos. Sozinho por lá, seu único intuito é descansar. Ao acordar no dia seguinte, porém, uma surpresa. Martin Frost (David Thewlis) não está sozinho. Ao seu lado, na cama, e tão surpresa quanto ele, está uma bela mulher, Claire Martin (Irène Jacob), a quem os amigos dele também emprestaram a casa.
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A história faz algumas releituras de mitos gregos como o de Pigmaleão e a estátua, Orfeu e Eurídice e o de Perseu e Medusa.
Pode ser uma interessante metáfora sobre a relação do artista com sua inspiração. As cenas da porta, por exemplo, foram interessantes. O filme podia ter mais elementos desse tipo.
A proposta foi boa, e talvez como literatura o autor tenha alcançado sucesso, mas no formato de cinema, ficou devendo...
Vi faz uns 2 anos e até agora não compreendi.
Quero mto ver adoro todos os outros filmes de Paul Auster
Maravilhoso... fiquei encantada.
Pena que o título em português ficou essa porcaria. Por que não "A vida interior de Martin Frost"? Nunca vou entender essas traduções =S
Sabia que iria gostar muito deste.