Dirigido por
Data de lançamento
2 Abril 2022Duração
O segundo filho da máfia, Kinn Anakinn, é atacado por um inimigo, fazendo-o fugir deles até conhecer Porsche Pitchaya - um jovem que trabalha como garçom em um estabelecimento de entretenimento. Porsche, que tem o melhor diploma de artes marciais e é campeão nacional de judô, decide se envolver e ajuda Kinn a escapar em troca de uma certa quantia. Devido às suas impressionantes habilidades de combate, Kinn o contrata para ser seu guarda-costas pessoal.
Há um mistério que Porsche tem que enfrentar com alguns eventos muito inesperados. Além disso, a intimidade com Kinn cria um sentimento turbulento em seus corações que começa a tremer e se tornar amor. Esse caminho não será fácil por causa dos muitos problemas e muitos obstáculos que virão para testar seu amor - ele deve se levantar para suportar todos os problemas que enfrenta. Baseado na novel ''KinnPorsche'' de Daemi.
Emissora: iQiyi, One 31 • Episódios: 14 • Duração: 60 min.
Tenho conhecidos que amam BL em geral e eu tenho pavor das coisas infantilizadas dos Doramas. Me recomendaram esse falando que é mais caliente e talvez eu fosse gostar, e simplesmente fiquei viciado kkkk se alguém tiver mais sugestões de BL nessa pegada, me passem.
Gostei, apesar dos furos de roteiro, relacionamentos tóxicos e momentos "pega no meu pau".
O primeiro dorama que eu tive vontade de assistir na vida, e eu confesso que amei do começo ao fim por vários motivos, apesar da problemática visível do roteiro em alguns momentos. O casal principal tem carisma e química de sobra, os atores Nattawin Wattanagitiphat e Mile Phakphum são ótimos e transbordam o amor dos personagens para fora da tela. Os episódios são sempre cheios de ação além do romance principal, sem contar os plot twists inseridos em quase toda a trama, conseguindo fechar isso tudo de forma satisfatória ao final mesmo com alguns exageros. Melhoraria algumas questões problemáticas na série como toda relação envolvendo o Vegas, que achei que amenizaram e romantizaram muito de forma errônea. A produção também tem momentos um pouco caricatos mas nada que prejudique a obra de forma geral, eu achei as coreografias de lutas e ação bem idealizadas e produzidas. O romance central prende muito e você torce demais por Kinn e Porsche, já os romances secundários são fracos e soam até exagerados porque não possuem tempo de tela suficientes. Porchay por exemplo é chato para um caramba e a relação dele com Kim é bem chatinha também. Em contrapartida eu ri demais com o exagero do Tankhun e seus diálogos, e também adorei o Pete e acho que ele merecia uma história melhor desenvolvida. Trilha sonora muito gostosa e o final bem satisfatório, mas como eu queria ver mais de Kinn e Porsche eu torço por uma segunda temporada, porém se não tiver já estou satisfeito pois tudo foi bem finalizado aqui.
Estou sempre reassistindo essa obra mas dessa vez fui rever por causa de uma cena que viralizou no twitter, a galera tá até achando que kp está saindo da bolha e eu espero profundamente que não saia porque fala sério, ninguém merece. Assisti kp pela 1 vez em seu ano de lançamento, foi meu 1 contato com BL's depois de muito tempo e foi como um despertar de consciência tanto que depois de assistir kp eu entrei no mundo dos BL's ( e conteúdo LGBT em geral) de vez e não sai mais kkkkk. Me diverti e me divirto até hoje enquanto assisto, fico muito feliz que kp tenha sido quem me puxou de volta pro mundo de obras LGBTs.
Kinnporsche é uma montanha-russa que me fisgou de um jeito que poucas séries conseguiram. Entretanto, é importante assistir entendendo que o dorama é derivado do fenômeno dos "dark romance", logo, cai em muitas escolhas duvidosas e relacionamentos tóxicos e violentos.
Minha crítica maior fica para as pontas soltas, que poderiam ser revividas nas próximas temporadas, mas que, por razões de bastidores, talvez nunca aconteçam.
Queria entender melhor o porquê da frieza do Kim e tamanho interesse (mascarado) nos esquemas de seu pai, seria alguma experiência da infância?
E faltou explorar o passado e os traumas do Pete, para que o estocolmo criado com o Vegas não aparentasse ser algo tão arbitrário e absurdo.
Quase todos os personagens são cativantes, se for para apontar alguém que me incomodou, diria o Porschay. O ator é muito desafinado e tentaram vender ele como talentoso, não desceu. Vale destacar o crescimento do Tankhum durante o dorama, começou como um personagem detestável (mas com uma inocência engraçada) e terminou se mostrando uma figura muito intuitiva e carinhosa (dos seus modos). Achei legal saber que ele foi a figura materna para os seus irmãos mais novos, faz muito sentido.