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Clélia, uma jovem e talentosa fotógrafa, é contratada para trabalhar numa revista de escândalos a fim de renovar a imagem do grupo. Clève, editor, honesto e dotado de um certo talento literário apaixona-se por Clélia que aceita casar-se com ele. Contudo, o seu trabalho leva-a a conhecer Némo, fotógrafo especialista em reportagens-choque. A cumplicidade entre eles rapidamente se transforma numa intensa relação amorosa platónica vivida no amor de ambos pela fotografia, uma vez que o casamento de Clélia a impede de sucumbir à tentação.
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Tá aí os perigos de se apaixonar...
La Fidélité é um filme sobre a resistência da alma em um mundo que se tornou vulgar. É uma obra barroca, barulhenta e profundamente romântica no sentido trágico da palavra. Não é apenas sobre "trair ou não trair", mas sobre a integridade de um indivíduo em meio ao caos.
Muito bom , história sutil e ousada ao mesmo tempo e Sophie esta linda novinha e ainda tem o "covinha" Guillaume Canet rs, ator francês que gosto muito. valeu o filme.
Até mesmo quem é fã do Zulawski se surpreende aqui: o filme parece um tanto contido no início, mas, de repente, oferece-nos a sua epilepsia esquizofrênica e apaixonada habitual: Sophie Marceau está mais linda do que nunca, a mistureba de acordes suaves e ruídos altissonantes na trilha sonora é genial, os momentos romanticamente desportivos são soberbos e o roteiro é impressionante do começo ao fim! Em minha opinião, um dos melhores do diretor: como podem permitir que um gênio como este esteja há 13 anos sem filmar?! Tem muitíssimo a ver com O IMPORTANTE É AMAR e POSSESSÃO: filme de autor, filme de gênio, filme de quem sobretudo ama! Espetacular! (WPC>)
Se um dia me perguntassem se eu teria vontade de conhecer pessoalmente algum diretor, na certa e na bucha eu iria responder Andrzej Zulawski!
A técnica de filmagem dele, o desnorteamento de seus personagens em cena tentando exprimir o que sentem, o tratamento profundo que ele dá para suas abordagens; somo tudo isso e concluo que o diretor pra mim um dos melhores diretores do cinema.
Aqui a trama poderia ser simples como qualquer um dos milhares filmes americanos que já falou do mesmo assunto, mas a diferença estaciona mesmo na sinopse.
Zulawski pinta o amor e a traição cada qual a sua face, com as tonalidades que ele bem entende e mesmo que a duração do trabalho beira o exagero e quase retém um melhor aproveitamento do filme, a sua qualidade está lá no meio, só é preciso ir com um pouco de paciência.
Com o final deduzi que a pessoa que ama é sempre a mais prejudicada, mas aquela que trai tambem sofre, Ambas sofrem.