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Duração
En un pequeño pueblo de México, se viven las intrigas y los secretos. Matea (Isela Vega) es una huérfana que asiste al cura, el Padre Feliciano (Mario Almada) en su parroquia. El médico del pueblo intenta seducirla pero fracasa y procede a difamarla haciendo creer que Matea mantiene relaciones con el cura. El pueblo le cree y exige al cura que la despida; él se niega y se encierra con Matea. Durante el encierro viven un apasionado amor, aunque la fatalidad llega y el cura muere ante la indiferencia del médico y del pueblo. Matea se convierte en una especie de sacerdotisa a la que conocen como la “viuda negra”.1
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amei muito esse, meu favorito do Ripstein até agora! ela toda bruxona com seus banhos ervas e imposições de mãos tombando a igreja, o padre e as beatas <3
Já conhecendo as obsessões e traços recorrentes do diretor, de quem já me assumo como fã, foi interessante ter acesso a este filme, onde há uma mudança drástica de gênero, uma adesão aos códigos do 'sexploitation', mas sem perder a elegância tão demarcadora de seu estilo. O prólogo sobre a infância subversiva da protagonista é um primor à parte, tanto quanto as caracterizações dos personagens. O sexo, quando surge, invade e domina a tela, mas de maneira intencionalmente otimista, lasciva, a despeito das reações violentas da população culpada, que converte em pecado o que deveria ser apenas desejo em curso. O desfecho é doloroso em sua impotência verossímil: é assim que o Mal age, ferindo quem assume a verdade, enquanto "naturaliza" aquilo que deveria ser efetivamente condenável. Política cinematográfica de primeiro quilate! (WPC>)