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Lara Brandini era uma criança triste e solitária, após a morte de sua mãe por suicídio. Na adolescência viveu em uma pensão modesta com seu pai, Francesco (Camilo Bevilacqua), uma imigrante italiano. Ao crescer e se tornar atriz ela passa a viver com Guima (Caco Ciocler), um dramaturgo que teve sua peça teatral censurada pelo governo. Após a liberação da peça ela é montada com Lara no elenco, mas logo depois ela e Guima se separam. Em busca da ascensão profissional, ela se dedica totalmente à carreira e acaba sendo premiada como a melhor atriz do ano, até descobrir que o sucesso artístico não a fizera feliz como almejava ser.
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Altos e baixos.
Um péssimo filme, também achei tudo muito precário, fui ver, pois admiro muito Maria Manoella e Christine, mas não deu, temos um filme mega fraco.
Como biografia da Odete Lara eu achei o filme fraco. Foca pouco nos trabalhos dela no cinema, teatro e TV e nem me lembro se chegou a mencionar que ela também era cantora. Comparado a outras biografias, como a da Leila Diniz, esse aqui perde.
Curiosidade: em nenhum momento citam o nome Odete, apenas Lara, e o nome real dela era "Odete Righi Bertoluzzi".
Acho de excelente tom que o Brasil invista em biografias, mas, apesar do ótimo ponto de partida inicial e da vida merecedora de narração emocionada da atriz, a parte "pública" de sua trajetória é apresentada de maneira vaga, sem que possamos reconhecer adequadamente os partícipes de sua trajetória. Entendo que isso talvez advenha de problemas com direitos autorais das peças e filmes, mas isso dirimiu a dramaticidade inequívoca das decepções enfrentadas pela personagem real. As atrizes que a interpretam são muito boas e a direção é academicamente proveitosa, mas o roteiro é disperso. Exemplo: sequer sabemos em que momento a atriz opta pelo nome artístico que a consagrou. Muitas lacunas, mas digno de ser visto e recomendado mesmo assim. Continue a biografar nossos mitos, cinema brasileiro! (WPC>)
Assisti noite passada na TV Brasil. O filme tem como pontos positivos as atuações de alguns atores, em que se destacam Christine Fernandes e a estreante Maria Manoella, interpretando Lara adulta e Lara jovem, respectivamente. Vale também pelas cenas que fazem referência ao diretor Glauber Rocha, no filme que Odete Lara trabalhou na década de 60, e pela boa reconstituição de época. Mas foi um filme por vezes difícil de acompanhar, tanto pelo seu andamento em grande parte entediante, quanto pelo envolvimento pouco interessante entre Lara e Guima. Um drama biográfico que resultou apenas mediano.