O "frisson dos vampiros" tem aquele ritmo lentão típico dos filmes europeus da época, mas a atmosfera é muito boa. O castelo, o cemitério, a trilha sonora de rock lisérgico, os efeitos sonoros estridentes, a mulherada pelada .... Há bastante nudez, mas não rola sexo.
As atuações são meio teatrais, principalmente a dos 2 primos, que parecem saídos da série "What We Do in the Shadows". Os vampiros e vampiras do Jean Rollin vivem num universo bem peculiar.
Vou me lembrar pra sempre das cenas da vampira Isolda, que se veste como uma riponga, saindo de dentro de um relógio de parede e descendo pela chaminé da lareira como se fosse o Papai Noel 😂
- não tem o terror e a ação usual dos filmes de vampiros, mas é interessante de assistir - vale muito pelos belos cenários e a fotografia, imagens bem bonitas - e claro pelas cenas nonsense, do nada vampiro sai do relogio
Vale pela fotografia, cenografia e direção de arte, muito boas para um filme de baixo orçamento. Climão gótico bem feito e trilha sonora psicodélica. Alguns enquadramentos interessantes, mas Rollin evolui muito no seu próximo filme, La Rose de Fer (A Rosa de Ferro)
Filmaço. Para quem é fã de vampiros raiz é um prato cheio. Com um visual muito bonito, cenas extremamente bem filmadas usando e abusando na estética gótica do castelo, do cemitério e da floresta ao redor, vampiros estilosos e com as características peles pálidas, roupas extravagantes e olhares hipnóticos, uma história bem conduzida e cheia de nuances interessantes para os amantes do vampirismo na literatura, como ligação com antepassados vampíricos, uma seita de sangue, acólitas servidoras dos mortos-vivos e uma vampirona mestra cheia de mistério. É um excelente filme. E ainda de quebra tem belas mulheres. Só tem que ter paciência com a trilha sonora calcada no rock progressivo dos anos 70.
Depois de assistir outro filme com o mesmo nome, finalmente achei esse do Rolin (tava na onda de assistir filmes dele. acho que sou maluco...). O castelo tem um visual maneiro por dentro. A trilha é muito louca, meio que nada a ver com as cenas. Rolin é estilo Franco. Você tá lá vendo uma cena qualquer e do nada corta pra um soft porn e foda-se, haha. Tem belas atrizes. Mas... Como sempre, confuso demais... Fraco.
O "frisson dos vampiros" tem aquele ritmo lentão típico dos filmes europeus da época, mas a atmosfera é muito boa. O castelo, o cemitério, a trilha sonora de rock lisérgico, os efeitos sonoros estridentes, a mulherada pelada .... Há bastante nudez, mas não rola sexo.
As atuações são meio teatrais, principalmente a dos 2 primos, que parecem saídos da série "What We Do in the Shadows". Os vampiros e vampiras do Jean Rollin vivem num universo bem peculiar.
Vou me lembrar pra sempre das cenas da vampira Isolda, que se veste como uma riponga, saindo de dentro de um relógio de parede e descendo pela chaminé da lareira como se fosse o Papai Noel 😂
- não tem o terror e a ação usual dos filmes de vampiros, mas é interessante de assistir
- vale muito pelos belos cenários e a fotografia, imagens bem bonitas
- e claro pelas cenas nonsense, do nada vampiro sai do relogio
Vale pela fotografia, cenografia e direção de arte, muito boas para um filme de baixo orçamento. Climão gótico bem feito e trilha sonora psicodélica. Alguns enquadramentos interessantes, mas Rollin evolui muito no seu próximo filme, La Rose de Fer (A Rosa de Ferro)
Filmaço.
Para quem é fã de vampiros raiz é um prato cheio. Com um visual muito bonito, cenas extremamente bem filmadas usando e abusando na estética gótica do castelo, do cemitério e da floresta ao redor, vampiros estilosos e com as características peles pálidas, roupas extravagantes e olhares hipnóticos, uma história bem conduzida e cheia de nuances interessantes para os amantes do vampirismo na literatura, como ligação com antepassados vampíricos, uma seita de sangue, acólitas servidoras dos mortos-vivos e uma vampirona mestra cheia de mistério. É um excelente filme.
E ainda de quebra tem belas mulheres.
Só tem que ter paciência com a trilha sonora calcada no rock progressivo dos anos 70.
Depois de assistir outro filme com o mesmo nome, finalmente achei esse do Rolin (tava na onda de assistir filmes dele. acho que sou maluco...). O castelo tem um visual maneiro por dentro. A trilha é muito louca, meio que nada a ver com as cenas. Rolin é estilo Franco. Você tá lá vendo uma cena qualquer e do nada corta pra um soft porn e foda-se, haha. Tem belas atrizes. Mas... Como sempre, confuso demais... Fraco.