Sempre envolvida em uma série de trabalhos humanitários, uma professora de francês se envolve em uma competição, realizada no centro social onde trabalha. Lá, ela conta com a ajuda de Thiago, um monitor bastante tolo, para ajudá-la na difícil tarefa de alfabetização.
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Tudo que se vai criando de conceito quanto a narrativa e seus personagens cai por terra nas cenas finais do filme, incrível, talvez por isso o filme deixa uma coisa gostosa. Por que no seu decorrer a protagonista só me fez ter ranço , dentro de seu exagero, da forma como ela vai lidando com sua família de sangue, acredito que por mais samaritano que seja tem um limite e no filme ela consegue extrapolar. E seu comportamento ate fazer as pazes com a Elke e vergonhoso.
Outra coisa, se era para levantar algo sobre imigrantes, por que minimiza-los, serio, ok quis passar uma certa comedia em cima dos estereótipos, mas fique um pouco ressabiado, pois em determinados momentos parecia um trupe de tontos, incapazes de assimilar onde estão, e culturas, sabe aquela cena do filme, bruce lee, dragão, que ele convida a linda para o cinema, e no filme , comedia, tem um americano caracterizado como chinês, com todo estereotipo do flango flito, etc, que o Bruce fica bolado, foi essa sensação que tive em algumas cenas, não precisava.
Não consegui ver como uma comedia, apesar das cenas sobre o avo nazista, esta mais para um drama, ate a relação entre a Isabelle e sua mãe e tenebrosa, vide a a cena do velório, mas possui algumas coisas divertidas, não engraçadas, e tem realmente uma bela mensagem em seu final.
Gosto muito desse tipo de filme, e o os franceses são assertivo nesse tipo de narrativa, ri em algumas partes, outras foram mais emotivas, e me identifiquei com a personagem e o seu estilo de ser/viver nem sempre compreendido... bom filme.
Gostoso de assistir, toca em algumas feridas com uma certe leveza, sutileza, coisa de cinema francês alternativo.
Me chamou a atenção a frieza e o jeito ranzinza da família de sangue de Isabelle. Me identifiquei. C'est la vie!
Fraquinho. Tenta passar uma mensagem positiva sobre a questão dos refugiados, mas passa da medida. Fica sendo um a comédia morna, sem muita graça e também não consegue dar o tom do drama do tema.
No início, Isabelle aparenta ser o estereótipo do humanitário de sofá: preocupada com o que o irmão está fazendo com um quantitativo de quartos vagos em seu hotel ou com a origem das roupas que compra numa loja de departamento. Enquanto policia a vida dos outros, afasta-se da própria família. O estilo descontraído e, parece, propositadamente clichê desta comédia francesa é a maneira com que seu diretor pretende conscientizar o público e entretê-lo, com uma fábula sobre generosidade e como esta é melhor quanto mais sincera for.
Simpatizamos com Isabelle, embora conservemos um olhar crítico dirigido as suas ações, e o que era um relacionamento conflituoso com Elke, vira colaborativo. Ambas simbolizam as nações europeias que melhor têm acolhido os refugiados: França e Alemanha. Se esta carrega um sentimento de culpa pelos crimes dos antepassados nazistas, a primeira anda sobre a fronteira do francês mau-humorado e estressado. As boas intenção do título ainda são da narrativa: proporcionar bom humor e ensinar que todos merecem uma chance para recomeçar. Pois, assim como as famílias, as nações também são elásticas.
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