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Data de lançamento
26 Set. 2018Duração
Aos oito anos, Odette (Andréa Bescond) gostava de pintar e desenhar, como todo criança inocente. Eventualmente, ela também brincava com os adultos, por isso não recusou participar de uma "guerra de cócegas" com um homem mais velho, amigo de seus pais. Anos depois, Odette é uma adulta assombrada pelos traumas da infância, algo que ela vem tentando esquecer através da dança, atividade que ela pratica profissionalmente.
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Mais atual que nunca.
>Assistido em 19 de Janeiro de 2026
Mais atual que nunca.
>Assistido em 18 de Dezembro de 2025
Importante filme para que os pais fiquem mais atentos às pessoas do círculo de amizades e redobrem a atenção com os filhos e proximidade de qualquer pessoas. Quem acompanha noticiários sabe que grande parte dos estupros contra crianças são feitas por pessoas da família ou quem tem muito acesso a elas.
A parte da dança é exatamente pensada porque é a forma dela se expressar sobre o que ocorre, não tem nada de errado e as muitas cenas misturadas entre os mesmos personagens, quando a Odette tá contando para a psicóloga e lembrando dos ocorridos, é muito bacana também.
Agora, outra coisa.
Houston, We Have a Problem.
Vamos lá. Temos um GRAVE problema cronológico no filme.
A menina Odette tem nove anos no começo do filme, que foi feito (ou lançado, como queiram). A atriz e diretora Andréa Bescond tinha 33 anos na vida real. E mãe dela, Karin Viard, 46. Ou seja, teve a filha com 13 anos?
Próxima parte é spoiller
[spoiler] No filme, a irmã de Gilbert vai dar depoimento e falam que já prescreveu, por já ter passado 20 anos. Como a Odette tinha nove anos no começo do filme e já adulta tinha 33, também já teria prescrito, por passar 24 anos, porém o cara foi preso. Eu entendo que não citam a idade da Odette adulta em nenhum momento, porém a Andrea Bescond claramente não é uma jovem e isto transparece no filme, ela tem cara de uma pessoas 34 e nem de longe parece uma moça de 20 e poucos anos, que é o que tentaram transparecer no filme. Então, esta parte foi bem complicada.
Entendi que os acontecimentos foram reais, pesquisei sobre e realmente ela sofreu estes abusos. Por ter sofrido, talvez tenha quisto fazer ela mesma o filme como personagem principal, mas a questão da aparência física, para mim, pesou.
Um relato potente de como o abuso rouba vidas!!
Acredito que todo pai e mãe deveria assistir esse filme. Triste, sensível e necessário.