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Data de lançamento
18 Março 2017Duração
A trama acompanha os seis membros da tripulação da Estação Espacial Internacional, que está à beira de uma das descobertas mais importantes na história da humanidade: a primeira evidência de vida extraterrestre em Marte. Conforme a tripulação começa a conduzir a pesquisa, os seus métodos acabam tendo consequências inesperadas e a forma de vida encontrada por eles prova ser mais inteligente do que qualquer um esperava.
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Vale a pena assistir.
⚠️ Alerta de Spoilers: Se você ainda não assistiu, corre daqui.
"Vida", de Daniel Espinosa, carrega uma das maiores ironias do cinema de ficção científica recente. Vendido como um aperitivo para a celebração dos 40 anos da franquia Alien e pra chegada de "Alien: Covenant", o filme atropelou a megaprodução de Ridley Scott e entregou, sem alarde, o horror espacial visceral que todo mundo queria ver no filme do grande diretor inglês.
O trunfo de Espinosa foi recusar a pretensão. Enquanto Scott se afundava em dilemas filosóficos vazios, robôs poetas e uma mitologia inchada que ninguém pediu, "Vida" voltou às raízes do cinema sci-fi de sobrevivência. A premissa não inventa nada, mas é executada com uma brutalidade cirúrgica mostrando um alienígena faminto que janta todo mundo no espaço. O filme mostra uma equipe de astronautas que resgata uma amostra biológica viva de Marte — que ganha o nome de Calvin — e testemunham a rápida transição da histórica descoberta pra um predador perfeito, que se alimenta de tudo que aparece pela frente.
A direção de arte e a computação gráfica constroem uma tensão sufocante dentro da Estação Espacial. O elenco de peso liderado por Rebecca Ferguson, Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds, não serve como escudo de roteiro. O filme não tem piedade de seus astros, estabelecendo logo no primeiro ato que não há espaço para heroísmo quando a biologia de um alienígena mais real toma a frente.
Mas "Vida" acaba escancarando a "Morte" das ideias, a falência criativa de hoje dos grandes estúdios. O filme do Espinosa replica a fórmula de alienígena na nave de forma muito competente, fazendo aquilo que os fãs de horror espacial paga o ingresso pra ver no cinema. Filme de alien que tenta se reexplicar toda hora acaba comendo o próprio rabo. O que o gênero exige é atmosfera, medo real, crueldade física e o desespero cru da sobrevivência, coisa que esse filme fez de modo bem higiênico, bem limpinho, e no padrão sci-fi mainstream de hoje.
Se fosse nos anos 80, eu venderia meus irmãos pra ver a massa moldável flutuando dentro da Estação. Meu Deus... e daria meu cachorro de brinde.
Entre 3,5 e 4,0, mas como não tem essa nota, vai 4,0
Me surpreendi positivamente.
Não tinha interessado em assistir antes, pq já tinha lido criticas negativas sobre esse filme.
Mas recentemente apareceu um corte desse filme para mim na internet e me chamou atenção, então resolvi dar uma chance.
Fui com as expectativas baixas e gostei muito.
Inclusive foi uma experiência melhor do que quando assisti o clássico Alien, que muitos estão chamando este de cópia. Pois fui com expectativas MUITO altas (muito mesmo) parra assistir Alien e me decepcionei um pouco (não disse que foi ruim).
Gostei da tensão do filme e da ameaça que a criatura apresentou.
E fui surpreendido no final com o plot twist que rolou.
Vi no reedit uma discussão e fiquei com essa curiosidade
Será que o Calvin sabia que o homem ia tentar enviar o módulo de fuga para o espaço sideral e, portanto, "segurou" o braço dele com consciência do que estava fazendo (levar o modulo apara a terra) ou será que ele "segurou" sem saber das consequências que isso traria?
Terrorzão em toda a sua glória.
Me sentindo burra depois de ler tanto comentário detonando e acusando de ser cópia de Alien e outros filmes afins. Sinceramente não vejo muito ficção científica então fiquei surpresa, bem satisfeita, enervada e vidrada o tempo todo. E ainda deu pra derramar umas lágrimas :')
Faço das palavras da Miranda as minhas
tenho ódio puro dessa criatura.