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Duração
Eduardo é um diretor de banco de média idade e homossexual. Vive sua vida sexual sem inibições, ainda que guardando as aparências, e utiliza sua posição social e econômica para conquistar a garotos jovens.Um dia, ele encontra na rua Miguel, um atraente jovem de família humilde e apaixona-se perdidamente dele. Então, põe em marcha seu plano habitual para acercar-se a ele. Por médio de Nes, um garoto do ambiente gay do bairro de Miguel, descobre seu endereço e oferece-lhe um posto de trabalho na empresa dirigida por seu amigo Raul, com o que teve uma relação no passado e que está ainda secretamente apaixonado de Eduardo. Com a desculpa de digitar um livro leva-lho a seu apartamento todas as tardes e se vai ganhando sua amizade lhe levando de festa e lhe comprando uma moto. Mas Miguel é heterosexual, tem noiva formal e ademais está envolvido com uma vizinha casada, e quando Eduardo lhe confessa os sentimentos, Miguel recusa veementemente.
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De la Iglesia, um grande diretor, nesse filme com bom elenco e muita classe ao tratar da temática homossexual.
Eduardo é um grande hipócrita. Dizia...
...estar conformado vivendo aquela situação só para não se sentir sozinho, mas tinha seu amigo e ex-amante apaixonado por ele com quem poderia estar vivendo uma relação bem mais saudável.
Mas o que ele queria mesmo era(m) o(s) novinho(s).
1 segundo atrásWesley PC> disse:
Os finais do Eloy são assim mesmo: arreganhados, tocantes, insistentes... EL PICO e tudo o que está por fora (detalhes de produção, vida real, etc.) que o digam...! Quanto à questão da identificação passional, caro Rafael, depende do lado da "tela" em que estamos (risos) - Brincadeiras avaliativas e especulativas à parte, o que mais me chamou a atenção aqui foi justamente a objetividade do cineasta em extravasar uma realidade de "derrotas" amorosas premeditadas que o cinema evasivo 'gay' (sic) insiste em ocultar... Não é o caso dele. Siga em frente na obra iglesiana que o "tapa" inevitável dos prazeres não-ocultos regressará... e regressará... e regressará... Até que LOS NOVIOS BÚLGAROS, quase obra-prima final do diretor, deixará a questão da insistência em aberto! O nome disso? vida real.(WPC>)
E por fim percebemos como seres apaixonados continuam a insistir na esperança apesar de tudo, apesar de toda a realidade. Se o filme não tocou-me diretamente na maior parte dos seus 95 minutos, foi na cena final que me fez querer ver mais o Eloy...
a cena do bosque em que a câmera 'sobe e sobe' fenomenal, puta diretor esse cara.