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Data de lançamento
2 Out. 2015Duração
Uma exposição que celebra a fotógrafa Isabelle Reed três anos após sua morte prematura traz o filho mais velho dela, Jonah, de volta para a casa da família, forçando-o a passar mais tempo com seu pai Gene e seu afastado irmão mais novo Conrad do que passou em anos. Com os três sob o mesmo teto, Gene tenta desesperadamente se conectar com seus dois filhos, mas eles precisam lutar para conciliar seus sentimentos sobre a mulher da qual se lembram de maneiras tão distintas.
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Em "Mais Forte que Bombas", o diretor Joachim Trier nos presenteia com uma narrativa envolvente que mergulha nas complexidades familiares após a morte prematura da fotógrafa Isabelle Reed. Ao retornar à casa familiar, Jonah é confrontado com a difícil tarefa de reconciliar seu passado com seu pai Gene e seu irmão Conrad. Trier habilmente tece uma teia de emoções e memórias, explorando a dor silenciosa que permeia cada personagem.
A atuação magistral de Devin Druid como Conrad e a presença constante de Isabelle Huppert como a matriarca ausente elevam a trama a um nível emocionalmente cativante. As intervenções dos narradores em primeira pessoa e as mudanças oníricas de pontos de vista adicionam camadas de profundidade à história, enquanto o elenco, incluindo Amy Ryan e David Strathairn, oferece performances poderosas.
No entanto, o ritmo lento imposto pela direção pode alienar alguns espectadores, e a melancolia excessiva às vezes torna a experiência um tanto cansativa. Ainda assim, Trier consegue capturar a essência da dor e da memória, explorando como esses elementos moldam nossas vidas de maneiras inesperadas.
Visualmente deslumbrante e sonoramente evocativo, "Mais Forte que Bombas" é uma reflexão sobre a vida e a morte, um retrato delicado e complexo das interseções entre passado e presente. Apesar de suas imperfeições, o filme ressoa como uma ode à humanidade e à resiliência diante da perda. Em última análise, é uma obra que permanece na mente do espectador, ecoando as fragmentadas imagens que assombram seus personagens.
Muito longo e entediante em boa parte.Para uma trama tão simples poderia ser mais enxuto.
Se eu sou professor e um aluno cospe no meu rosto eu perco meu emprego ali mesmo mas arrebento a cara do mlk
Não sabia o que esperar. Procrastinei o filme por muito tempo, apesar do chamariz do excelente elenco. O meu envolvimento pessoal com um trabalho recente do diretor (e a correlação temática entre o enredo e as obsessões de pesquisa de algumas pessoas que amo) fez com que eu aproveitasse uma sessão casual na TV para ficar emocionado - e, tão logo o filme encerrou, ouvi a trilha musical de Ola Fløttum em 'looping'. Fiquei apaixonado pelas intervenções dos narradores em primeira pessoa, pelas mudanças oníricias de pontos de vista, pela emotividade e eloqüência do personagem de Devin Druid. Mesmo falecida desde o início, a personagem de Isabelle Huppert é onipresente. O modo como os dramas paralelos são misturados à perda central é interessantíssimo, quase como se o filme fosse o capítulo inicial de um seriado da vida real. Elenco magistralmente aproveitado (amei as aparições de Amy Ryan e David Strathairn), com muitos pontos em comum com aquilo que deixou-me emocionado em COISAS QUE PERDEMOS PELO CAMINHO, da Susanne Blier. Funcionou muito comigo. Lindo, lindo, lindo! (WPC>)
CHATO! Apesar da bela premissa e do elenco incrível, o filme é muito cansativa e não nos desperta grande atenção.