Simples e pungente, fui apresentado a este doloroso curta-metragem graças a um amigo, que ficou impressionado com uma entrevista de intenções por parte do co-diretor. Quando o botijão de gás aparece, ainda no começo, a tragédia já estava anunciada. O sobejo de imagens filmadas via celular acentua o drama, interrompido em intensidade apenas no momento em que o "pai" aparece, e sua atenção é empostada, não tão cru e hiper-realista quando o restante do curta-metragem. Em termos efeitos, um soco no estômago vazio - que fecunda muito mais do que come. Forte e verossímil, advindo de um relato prévio, conforme se conforme nos créditos finais, onde percebemos também um agradecimento cabal ao nome de André Novais Oliveira, com o qual o estilo do diretor guarda pontuais semelhanças! (WPC>)
Simples e pungente, fui apresentado a este doloroso curta-metragem graças a um amigo, que ficou impressionado com uma entrevista de intenções por parte do co-diretor. Quando o botijão de gás aparece, ainda no começo, a tragédia já estava anunciada. O sobejo de imagens filmadas via celular acentua o drama, interrompido em intensidade apenas no momento em que o "pai" aparece, e sua atenção é empostada, não tão cru e hiper-realista quando o restante do curta-metragem. Em termos efeitos, um soco no estômago vazio - que fecunda muito mais do que come. Forte e verossímil, advindo de um relato prévio, conforme se conforme nos créditos finais, onde percebemos também um agradecimento cabal ao nome de André Novais Oliveira, com o qual o estilo do diretor guarda pontuais semelhanças! (WPC>)