Após uma longa e dolorosa experiência com tratamento de fertilidade, um jovem casal decide adotar um bebê. Seis anos depois, eles recebem um telefonema ameaçador de uma mulher, que afirma ser a mãe biológica da criança.
- pobre da hikari, sofreu pra caramba, muita gente escrota cruzando o caminho dela, principalmente a própria família - a diretora mantém sua abordagem bastante sensível sobre temas íntimos e entrega lindas cenas, ótima fotografia - mas achei de bastante mal gosto ser revelado que o menino era adotado só quando pensam que ele fez algo errado na escola, como se se ele fosse filho biológico daqueles pais isso não aconteceria
O cinema da Kawase é sempre sensível e aqui ela traz um paralelo entre a maternidade e a natureza bonito, um pouco mal explorado mas ainda bonito. E at[e por este motivo se diferencia de outros projetos recentes que abordam a maternidade, já que não está interessada em discursos ou levantar bandeiras e sim em documentar a realidade. Ainda sim, por sua temática talvez tenha sido o filme da kawase mais distante pra mim, pessoalmente.
Indicado no Festival de Cannes que não ocorreu devido a pandemia. Tenho vários filmes da Kawase comigo para assistir, mas nunca havia visto nenhum até este e já me arrependo amargamente, preciso colocar as obras dela em dia. Achei o filme simplesmente maravilhoso, tocante e emocionante. Só uma mulher para conseguir fazer um filme com esta visão tão perfeita do que é ser mãe, do que é ser mulher, do que é a maternidade. Estava esperando algo completamente diferente pela sinopse, e acabou sendo catártico. Chorei, me preocupei com praticamente todos os personagens, torci por eles. Lindo! Um dos melhores filmes de 2020, que foi um ano sem muitos lançamentos e sem filmes tão bons. Parte técnica e elenco primoroso. Recomendo muito.
O cinema niponico e sua maestria em contar estorias da vida como ela regada de momentos de dor e felicidade. Belissima fotografia! Um filme doloroso e emocionante.
Que filme lindo. Suas camadas vão se revelando numa crescente e quando chega no final não tem como não estar emocionado com a história de Asato e suas mães.
- pobre da hikari, sofreu pra caramba, muita gente escrota cruzando o caminho dela, principalmente a própria família
- a diretora mantém sua abordagem bastante sensível sobre temas íntimos e entrega lindas cenas, ótima fotografia
- mas achei de bastante mal gosto ser revelado que o menino era adotado só quando pensam que ele fez algo errado na escola, como se se ele fosse filho biológico daqueles pais isso não aconteceria
O cinema da Kawase é sempre sensível e aqui ela traz um paralelo entre a maternidade e a natureza bonito, um pouco mal explorado mas ainda bonito. E at[e por este motivo se diferencia de outros projetos recentes que abordam a maternidade, já que não está interessada em discursos ou levantar bandeiras e sim em documentar a realidade. Ainda sim, por sua temática talvez tenha sido o filme da kawase mais distante pra mim, pessoalmente.
Indicado no Festival de Cannes que não ocorreu devido a pandemia. Tenho vários filmes da Kawase comigo para assistir, mas nunca havia visto nenhum até este e já me arrependo amargamente, preciso colocar as obras dela em dia. Achei o filme simplesmente maravilhoso, tocante e emocionante. Só uma mulher para conseguir fazer um filme com esta visão tão perfeita do que é ser mãe, do que é ser mulher, do que é a maternidade. Estava esperando algo completamente diferente pela sinopse, e acabou sendo catártico. Chorei, me preocupei com praticamente todos os personagens, torci por eles. Lindo! Um dos melhores filmes de 2020, que foi um ano sem muitos lançamentos e sem filmes tão bons. Parte técnica e elenco primoroso. Recomendo muito.
BLOG: FILMESTRANGEIROS
INSTAGRAM: @filmestrangeiros
O cinema niponico e sua maestria em contar estorias da vida como ela regada de momentos de dor e felicidade. Belissima fotografia! Um filme doloroso e emocionante.
Que filme lindo. Suas camadas vão se revelando numa crescente e quando chega no final não tem como não estar emocionado com a história de Asato e suas mães.