Data de lançamento
3 Nov. 2002Duração
A série Malcolm mostra as aventuras e trapalhadas de uma família de classe média americana formada por quatro irmãos briguentos e seus pais – um casal que tenta segurar as pontas até que o filho mais novo complete 18 anos. Criada e produzida por Linwood Boomer, a série é narrada a partir da visão de Malcolm (Frankie Muniz), um garoto normal que adora andar de skate, fazer algazarra com os irmãos e evitar problemas na escola. Ele até já conseguiu aceitar – quer dizer, ignorar, o fato de seus pais perambularem pela casa completamente despidos. Entretanto, o mundo de Malcolm virou de ponta cabeças quando seu QI de gênio foi descoberto. A partir de então ele passou a frequentar uma classe de alunos super dotados. Os pais de Malcolm, Hal (Bryan Cranston) e Lois (Janes Kaczmarek), não têm o gramado mais bem cuidado, a casa mais limpa e os filhos mais requintados da vizinhança. No entanto, apesar das confusões cotidiadas desta família, todos sabem que o amor acaba prevalecendo.
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Essa temporada recuperou o fôlego depois de uma terceira temporada bem fraquinha. Acredito que boa parte da melhora se deve ao fato da saga de Francis no Alaska ter terminado. As subtramas na fazenda são bem melhores e os personagens como o novo chefe alemão e sua esposa são bem mais engraçados. Aliás, como já disseram aqui, Francis realmente foi o personagem que mais amadureceu ao longo das temporadas.
Já o restante da família, salvo Dewey, não tiveram grandes mudanças, principalmente Malcolm que, em minha visão, só regrediu ao longo do tempo. Inclusive, não entendo porque os roteiristas insistiam em adicionar pares românticos para Malcolm somente para eliminá-las de forma banal logo em seguida, enquanto que a personagem Cynthia, que já era regular nas temporadas anteriores e cuja relação com Malcolm já havia sido construída, fora praticamente relegada à figuração. Pode ser um clichê, mas seria bem interessante ver um romance adolescente entre os dois se desenvolver (pelo menos é melhor do que essas namoradas irrelevantes).
Dewey também foi um personagem que evoluiu muito e a construção de sua personalidade está sendo bem divertida de acompanhar. Por enquanto ele é o filho menos problemático da família; na verdade, em vários episódios ele demonstrou possuir um senso de empatia maior do que seus irmãos, sinalizando um caráter mais sólido, embora seja manipulador em muitos momentos.
Em geral, há muitos episódios criativos e engraçados, como o episódio Academic Octathalon e Baby parte 1 e 2.
Melhorou bastante em relação à temporada anterior. Todos os personagens tiveram ótimos momentos, principalmente o Hal. É até injusto pensar que o Bryan Cranston nunca ganhou nenhum prêmio grande pelo papel, é admirável o quanto ele se entrega pelo personagem, de momentos de comédia física até cenas da mais pura vergonha alheia.
Minhas ressalvas são, assim como na 3ª temporada, com o núcleo do Francis. Mesmo que a fazenda e as situações envolvendo ela tenham ajudado o personagem a evoluir e tenham sido bem mais divertidas do que aquela história no Alaska, fiquei com mais vontade de ver vida de casado com a Piama.
Já faz duas temporadas que ela é esposa do Francis, ainda assim a série segue relegando-a ao papel de personagem secundária que ocasionamelmente pode aparecer entre um ou outro episódio. Teria sido bem mais interessante ver o dia a dia do jovem casal do que ver o Francis livrando o Otto de mais uma trapalhada.
Hal o melhor, sempre !!
Hal foi o melhor da temporada
Francis é o personagem que mais cresceu na série e mais uma vez colocam ele em um ambiente sem graça. Não entendo como pegaram algo tão bom e estragaram assim.
Esperava que a personagem da Cynthia fosse continuar e ter aquele enredo de romance com o Malcolm quando fossem adolescente. Não sei por que, mas uma pena a personagem não aparecer mais.
Não gosto da história do bebe também. Sei que a atriz estava grávida, mas pesquisei e ela estava grávida na primeira temporada também e eles só esconderam. Preferia que tivessem mantido assim, senti uma estranheza em pensar em mais uma criança quando já tinha intimidade com os outros personagens.