Osmar Oliveira
33 years
Sorocaba - SP (🇧🇷 BRA)
Usuário desde Agosto de 2010
Ver mais
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios

Últimas opiniões enviadas

  • Osmar Oliveira
    1 semana atrás

    Mais coesa que a temporada anterior. O primeiro ano pecava por ser uma junção das cenas que foram gravadas inicialmente com as regravações solicitadas pela Marvel Television que ficou com medo dos fãs não aprovarem o soft reboot feito com o herói.

    Ainda assim, a série mantém alguns vícios. As cenas de ação continuam constrangedoras de tão mau editadas e coreografadas. Não tem nenhuma que chegue a empolgar como as feitas pelas temporadas da Netflix (sim, eu sei que a Netflix só distribuía o programa). Em dado momento, Karen Page, com as mãos nuas, chega a apagar um policial treinado e todo paramentado.

    Outro ponto que praticamente não mudou foi o desenvolvimento dos personagens. Os episódios vão passando e eles sem mantém os mesmos, sem um arco definido. Os personagens tomam decisões de forma abrupta sem que isso seja elaborado ao longo da temporada, como o Matt revelando sua identidade como Demolidor. Já Wilson Fisk, que outrora foi um vilão imponente e ameaçador, nesses novos episódios se resume a uma caricatura que só sabe arrotar "BANESSA!", "THIS CITY!" ou "VIGILANTES!". Fora os personagens que sobram ao longo da série, como Daniel, Cherry, Salsicha, entre outros. Jessica Jones está ali mais por nostalgia do que para realmente ter alguma relevância na história.

    A impressão que dá é que os responsáveis não sabem ao certo o que fazer com os personagens. Então vemos novamente Matt tendo dúvidas sobre punir Fisk através dos meios legais. Novamente vemos Fisk querendo seguir a linha, mas quebrando a cara por conta de seu comportamento impulsivo e criminoso.

    Com o perdão da piada de tiozão, parece que essa galera do Disney+ está mais perdida que cego em tiroteio.

  • Osmar Oliveira
    1 mês atrás

    Contra todas as minhas expectativas, é um filme divertidíssimo. Talvez por não ter visto o original, considerado uma das melhores comédias já feitas, não fiquei tão incomodado quanto outros espectadores. Inclusive, o que me conquistou foi justamente o ponto que desagradou tanta gente: o tom exagerado e absurdo presente em cada cena. Há momentos que me pegaram muito desprevinido, como o pombo fazendo saudação naz... digo, saudação romana, ou o teste para o papel de Hitler.

    Mas é preciso reconhecer que o elenco tem seus altos e baixos. Matthew Broderick tem o carisma e o talento de uma árvore cenográfica. Felizmente, ao lado deles temos Nathan Lane se entregando de corpo e alma ao papel do produtor sedutor de velhinhas. Ele canta, dança, tem ótimas tiradas cômicas e faz uso até de humor físico.

    E mesmo gostando, sentia que algo me incomodava e não tardou para eu perceber o que era. Além de ser inspirada no clássico filme de Mel Brooks, essa refilmagem também faz uso dos números musicais elaborados para o musical da Broadway (a diretora inclusive foi responsável por uma das montagens da peça). O problema não são os números musicais em si, apesar de alguns serem bem longos e desnecessários, mas sim que não houve um trabalho de adaptação deles para o cinema. Eles apenas foram gravados da forma como foram pensados para os palcos. Mesmo as atuações, exageradas e bastante expressivas, são típicas do teatro. Os próprios cenários por vezes parecem falsos demais.

    Faltou um trabalho de adaptação na hora de transpor essa história de volta para o cinema, com números de dança e cenários pensados para a telona.

    editado
  • Osmar Oliveira
    1 mês atrás

    Gosto de pensar que se o Sam Raimi quisesse, ele já teria feito a limpa no Oscar e outras premiações. Mas ele não tem paciência pra essa chatice e prefere se divertir fazendo filme sobre bode possuído e gente comendo inseto.

    E o bom é que a gente se diverte junto. Socorro! traz de volta aquele Sam Raimi que faz aquela mistura perfeita de gore com humor escrachado que mais ninguém consegue fazer igual. Dessa vez, o mestre do terrir volta para satirizar o predatório mundo dos negócio e mostrar como certos predadores não são nada longe de seus habitats.

    Quem também parece ter curtido bastante participar da produção são Rachel McAdams e Dylan O'Brien, que entregam atuações deliciosamente exageradas e que acompanham a escalada de loucura do filme. Cada nova cena de um dos dois tentando ferrar com o outro era uma garantia de risada genuína, algo que poucos longas atuais conseguem arrancar de mim.

    E por mais que ele tenha uma duração extensa para sua proposta, Socorro! é tão gostoso de assistir que eu não consigo pensar qual cena eu cortaria. Pelo menos para mim, o verdadeiro defeito é que ele não vai tão longe quanto poderia, tanto na questão da violência quanto no desenvolvimento da história. Parece que chega um momento que o diretor decide pisar no freio.

    Ainda assim, o novo filme de Sam Raimi é um oásis em uma indústria que esqueceu que filmes podem abordar temas importantes e ainda assim serem divertidos de se ver.

  • Breno 7 meses atrás
    Usuário temporariamente bloqueado por infringir os termos de uso do Filmow.
  • Breno 1 ano atrás
    Usuário temporariamente bloqueado por infringir os termos de uso do Filmow.
  • Renata Almeida 2 anos atrás

    ô Osmar, abandonaste o Legado ? Que houve lá? Nunca sei se é zuera ou se é sério algumas coisas rs