Eu só assisti esse filme por causa do Barry, ele que me desculpa, mas achei esse filme bem mediano, muito parado, eu senti uma sonolência mais ou menos na metade do filme, talvez eu reveja pra ver se minha opinião muda, irei manter minha nota.
O filme tem seu lado bom, a relação dos dois é magnético, perturbador e intimidante, o desconforto que o filme causa, como que esse filme não foi tão polêmico e comentado? PQPP, o filme acabou muito do nada, a sensação foi de vazio, eu esperava que acontecesse uma coisa e aconteceu outra. A cena na banheira, gsuis, Barry tem uma tara por banheira né KKKKKK
Barry é maravilhoso, venha pra minha casa, baby kkk a atriz da Margaret é incrível também, gostei das atuações, mas achei a história mediana.
A linha tênue de: ele vai transar com ela/ele vai matar ela! Barry entrega demais nesses papéis de doente/psicótico/frustrado beirando a loucura. Aqui, fazendo as vezes de um adolescente problemático cheio de mistérios, aonde ele cria uma tensão sexual/afetiva/doentia/obsessiva pela sua "tutora" é de nos deixar presos na trama. O silêncio fala por si só nas cenas de mais tensão, e isso nesse estilo de filme eu gosto demais. Uma trama complexa, doentia, ousada. Poderia ter sido melhor!? SIIIIM! Mas o que vi, se encaixou perfeitamente no seu propósito. Com direito a um nu frontal do Barry, digamos que singelo🥴
Um filme silencioso, intimista, melancólico com personagens tristes, contextos complexos... me envolveu, ver Rachel Griffiths em cena me da uma sensação nostálgica, era fanzão de A Sete Palmos.... gostei demais desse drama introspectivo.
O filme foi muito bem trabalhado apesar de ser parado, capturou minha atenção - e me surpreendeu - em vários momentos, uma pena que o final tenha tido uma conclusão tão brusca.
O filme valoriza o silêncio dos personagens, que estão desesperados por uma catarse. Margaret abandonara seu filho quando ainda bebê. O garoto, já um jovem adulto, desaparece. O ex-marido de Margaret e pai do menino não consegue controlar seus impulsos emotivos e rodeia a vida solitária de Margaret como um encosto. Enquanto isso, a mulher decide cuidar de um jovem sem-teto que, longe da mãe e da família, também procura um acalento materno, apesar de frequentemente rejeitar a estabilidade de um lar e cair na delinquência. A relação dos dois é recheada de desejos oprimidos - sejam eles fraternais ou carnais. Os atores são muito competentes, o enredo é angustiante e a direção evita o melodrama que poderia, neste filme, ter enfraquecido os personagens. Entretanto, algumas tomadas lentas demais cansam e o filme às vezes exagera ao reiterar demais o tema da maternidade em certas cenas desnecessárias. Adicionalmente, um sub-enredo minúsculo e mal desenvolvido é concluído de maneira agressiva, contudo ambíguo demais. Aliás, precisa consertar essa sinopse: não há real incesto em momento algum do filme.
Data que assisti: 21/02/2024
Eu só assisti esse filme por causa do Barry, ele que me desculpa, mas achei esse filme bem mediano, muito parado, eu senti uma sonolência mais ou menos na metade do filme, talvez eu reveja pra ver se minha opinião muda, irei manter minha nota.
O filme tem seu lado bom, a relação dos dois é magnético, perturbador e intimidante, o desconforto que o filme causa, como que esse filme não foi tão polêmico e comentado? PQPP, o filme acabou muito do nada, a sensação foi de vazio, eu esperava que acontecesse uma coisa e aconteceu outra. A cena na banheira, gsuis, Barry tem uma tara por banheira né KKKKKK
Barry é maravilhoso, venha pra minha casa, baby kkk a atriz da Margaret é incrível também, gostei das atuações, mas achei a história mediana.
A linha tênue de: ele vai transar com ela/ele vai matar ela! Barry entrega demais nesses papéis de doente/psicótico/frustrado beirando a loucura. Aqui, fazendo as vezes de um adolescente problemático cheio de mistérios, aonde ele cria uma tensão sexual/afetiva/doentia/obsessiva pela sua "tutora" é de nos deixar presos na trama. O silêncio fala por si só nas cenas de mais tensão, e isso nesse estilo de filme eu gosto demais. Uma trama complexa, doentia, ousada. Poderia ter sido melhor!? SIIIIM! Mas o que vi, se encaixou perfeitamente no seu propósito. Com direito a um nu frontal do Barry, digamos que singelo🥴
Um filme silencioso, intimista, melancólico com personagens tristes, contextos complexos... me envolveu, ver Rachel Griffiths em cena me da uma sensação nostálgica, era fanzão de A Sete Palmos.... gostei demais desse drama introspectivo.
O filme foi muito bem trabalhado apesar de ser parado, capturou minha atenção - e me surpreendeu - em vários momentos, uma pena que o final tenha tido uma conclusão tão brusca.
Ótima atuação!
O filme valoriza o silêncio dos personagens, que estão desesperados por uma catarse. Margaret abandonara seu filho quando ainda bebê. O garoto, já um jovem adulto, desaparece. O ex-marido de Margaret e pai do menino não consegue controlar seus impulsos emotivos e rodeia a vida solitária de Margaret como um encosto. Enquanto isso, a mulher decide cuidar de um jovem sem-teto que, longe da mãe e da família, também procura um acalento materno, apesar de frequentemente rejeitar a estabilidade de um lar e cair na delinquência. A relação dos dois é recheada de desejos oprimidos - sejam eles fraternais ou carnais. Os atores são muito competentes, o enredo é angustiante e a direção evita o melodrama que poderia, neste filme, ter enfraquecido os personagens. Entretanto, algumas tomadas lentas demais cansam e o filme às vezes exagera ao reiterar demais o tema da maternidade em certas cenas desnecessárias. Adicionalmente, um sub-enredo minúsculo e mal desenvolvido é concluído de maneira agressiva, contudo ambíguo demais. Aliás, precisa consertar essa sinopse: não há real incesto em momento algum do filme.